quarta-feira, 27 de agosto de 2014

«ExpoDemo» - “For Pete Sake” no palco da Expodemo



Actuaram este ano nos três principais festivais de música portugueses (Rock in Rio, Super Bock Super Rock e Nos Alive), e com “Got Soul”, banda sonora da campanha EDP Live Bands, ganharam estatuto e subiram ao estrelato. Antes, já tinham conquistado um concurso de música promovido pela Antena 3.

Os “For Pete Sake” actuam em Moimenta da Beira no primeiro dia da Expodemo, 19 de setembro, a partir das 22 horas. A banda de Lisboa promete trazer o seu universo folk, indie e surf-pop ao palco do certame. A entrada é livre.

O sexteto é composto por Pedro Sacchetti (voz e guitarra), Concha Sacchetti (voz), Vasco Magalhães (bateria), Vitor de Almeida (sintetizadores, piano e voz), Nuno Henriques (baixo) e Daniel Canete (guitarra).
Fonte: CMMB
  

sábado, 23 de agosto de 2014

«ExpoDemo 2014» - Teatro e ópera de rua inspirados na maçã

É um espectáculo criado para a Expodemo 2014 pela companhia de teatro de Lisboa “Artelier?”, que preencherá a noite de 20 de setembro (sábado). Uma encenação que convoca os símbolos de Moimenta da Beira (ALTAR DA MAÇÂ) para uma criação artística onde participam, entre os actores profissionais, o rancho, o grupo de teatro da escola e um grupo de estudantes da escola profissional. Os convidados especiais este ano são uma orquestra filarmónica. 

“Altar da Maçã, do Sagrado ao Profano” é uma encenação que inclui fogo-de-artifício, vídeo mapping, teatro e ópera de rua. Tudo em dois actos, sendo o primeiro intitulado o ‘fascínio da Luz negra’ (teatro de luz negra e mímica), e o segundo um momento de teatro vertical com personagens e cenários verticais suspensos a sobrevoarem a assistência.
As artes de rua são a marca desta plataforma sob a coordenação de Nuno Paulino. E a “Artelier?” é um colectivo nacional que se dedica ao teatro participativo e à procura de diálogo entre a ficção, o folclore e as novas tradições no espaço publico, que se tem articulado com a “Expodemo – Mostra de Produtos, Actividades e Serviços da Região”, que vai decorrer em Moimenta da Beira de 19 a 21 de setembro de 2014. A edição de estreia do certame aconteceu em 2012.

“Altar da Maçã, do Sagrado ao Profano”:
Dramaturgia urbana e coordenação – Nuno Paulino
Produção executiva – Fernanda Poeira
Assistência, encenação e textos: Afonso Guerreiro
VídeoMapping – guião e copyright – Nuno Paulino
Vídeo mapping artist – Henrique frazão / Filipe R.
 Produção: Artelier? – Centro de Criação da Plataforma das Artes de Rua – 2014

Do programa constam ainda as seguintes oficinas:
- Oficinas de Teatro de Rua – APAGÂO – (Luz e teatro de rua) formação com jovens e inclusão dos mesmos na performance;
- Oficinas de cenografia e pintura Luz Negra – APAGÂO – (Luz e teatro de rua e fogo de artificio) formação com jovens, escolas de design e inclusão dos mesmos na performance;
- Participação – Ensaio do Rancho Folclórico e Filarmónica.
Fonte: Local.pt

LUÍS BONDOSO APARÍCIO…
…Figura a reter na memória de Moimenta da Beira.
(13 de Janeiro de 1930, Moimenta da Beira – 23 de Abril de 2014, Lisboa).

           Na minha, por circunstâncias diversas – não apenas familiares. Tal como ele nasci em Janeiro [embora dia 11 e 20 anos mais tarde]; tal como ele, o chamamento de África; tal como ele – viria a casar numa igreja denominada de N.S. da Conceição, eu em S. Tomé e ele em Luanda [embora ele o tenha feito 13 anos antes, mas no dia 11 de Janeiro – dia do meu nascimento].
         Luís Bondoso Aparício faleceu a 23 de Abril deste ano, a dois dias apenas de se assinalar o 40º aniversário do “25 de Abril de 1974” – o marco da Liberdade pelo qual lutou desde muito novo, chegando a ser militante comunista ainda na clandestinidade – numa altura em que eu me encontrava envolvido num programa comemorativo da efeméride em Moimenta da Beira.
         Jurista, empresário, professor de Direito – Luís Bondoso Aparício levou Moimenta da Beira para Angola em 1959, fazendo de Luanda a base de partida e de chegada das suas andanças pelo mundo dos negócios e pelo amor ao “Bridge”.
Licenciado em direito em 1956, em Coimbra, nasceu a 13 de Janeiro de 1930, filho de José de Almeida Leitão [farmacêutico] e de Dinora Veiga Bondoso, Luís era neto paterno de José de Almeida Leitão Junior/Maria José Baptista e materno de Luiz Zeferino Bondoso/Luisa d’Almeida Leitão Veiga – meus bisavós paternos. Casou em Luanda a 11 de Janeiro de 1961, com Deolinda Carmen Pereira Machado, na Igreja de Jesus – da freguesia de N.S. da Conceição, como já referi.
 Depois de consultor jurídico em várias empresas, quer em Angola, quer em representação de países como o Kenya, os EUA e a Argélia, o primo Luís desempenhava em 1973 idênticas funções na DTA/TAAG – tendo exercido nessa data a sua influência para que eu pudesse viajar de Luanda para S. Tomé, de modo a apresentar-me em tempo oportuno no Quartel onde cumpria parte do meu serviço militar obrigatório.
E agora, 40 anos depois – numa altura em que o primo Luís nos deixou fisicamente neste ano de 2014 – Augusto marca um sentimento de gratidão muito forte à Carmen, mulher com quem Luís Aparício[1] se havia casado em 1961, em Angola:


  É POSSÍVEL

As estrelas cintilam porque ardem
Semeando fogo pela imensidão do universo
Infinito repouso de quem segue
Procurando paz
Perseguindo a vida
Para além do firmamento das hipóteses.


[1] - Lembrado na edição da revista Mutamba – do Novo Jornal – de 1 de Agosto de 2014. Competente, íntegro, Mestre dedicado dos Magistrados, são adjetivos de Eugénio Ferreira – antigo Presidente do Tribunal da Relação de Luanda. Maria do Carmo Medina, juíza do mesmo tribunal e que viria a ser nomeada vice-presidente do Tribunal Supremo, refere-se a Luís Bondoso Aparício como “pertencendo ao pequeníssimo grupo dos cabouqueiros do direito do novo Estado”. Luís Aparício foi docente na Faculdade de Direito da Universidade de Agostinho Neto. E nos anos de 1990 trabalhou em Macau no escritório de Advocacia de Pedro Redinha. 


Luís Bondoso Aparício, de pé – à direita – com os “staffs” da Boeing e da TAAG, em Seattle.(Fotos gentilmente cedidas por Carmen Aparício).

          “Luís Aparício ou Luís Bondoso Aparício” – exatamente assim referido no seu processo na PIDE, em 1964 [vigiado pelas suas posições de esquerda desde muito novo], devido a reuniões com vista à constituição da Associação Jurídica de Angola, nomeadamente com Diógenes Boavida – foi também, no período colonial, administrador do CTA (Consórcio Técnico de Aeronáutica), uma empresa de táxis aéreos que se dedicava à pulverização de campos de algodão e girassol em Angola. Ao serviço dessa empresa chegou a estar igualmente em S. Tomé. Mas o que mais o motivou [para além de ganhar torneios de Bridge em Luanda, Lourenço Marques ou Salisbury] foi o ensino do “Direito” depois da independência de Angola, “quando os recém-licenciados tinham avidez em aprender” (ver nota 1).
         Grande parte deste “texto” completa uma vasta reflexão à volta das minhas viagens e dos tempos históricos que fui vivendo, prestes a ser publicada em livro – EM AGOSTO…A LUZ DO TEU ROSTO! E outras musas e sereias entre viagens. Uma “estória” que relata o encontro de Moimenta da Beira e de Moncorvo em S. Tomé e Príncipe, num vai e vem que se prolonga pela descolonização de África e, já no final do século, tem o seu epílogo em Macau.
E a surpresa que foi ver ainda numa lista telefónica de 1992, em Macau, o nome de Luís B. Aparício. Ele que, apesar do breve período na sua experiência a Oriente [regressou a Portugal devido a problemas graves de saúde], ainda teve tempo para “aprender” algumas expressões em “Cantonense”. Como o endereço do escritório de Pedro Redinha [então no Sán Laiwá, sán laivá] ou do Tribunal [Fat Üne] ou até mesmo pedir uma cerveja [Pet’Chao] e ir ao Mercado [Kai Si] Vermelho comprar o peixe ainda vivo.
Obrigado – Tó Ché [ou Mecói Sai] – Luís Bondoso Aparício.
António Bondoso


António Bondoso
23 de Agosto de 2014

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

«1ª Página» - Jornal Terras do Demo


(clique na imagem para ampliar)

«Notícia» - SUB atende 20 mil utentes por ano

Esteve quase três anos e meio em funcionamento num contentor (de 3 de novembro de 2009 a 23 de abril de 2013), até que as obras de construção do novo edifício, que decorriam uns metros atrás, estivessem concluídas. Naquelas condições, sem se fazerem rogados, trabalharam médicos, enfermeiros e restante pessoal, 24 horas por dia. Os cuidados de saúde prestados pelos profissionais do Serviço de Urgência Básica (SUB) de Moimenta da Beira, esses nunca estiveram em causa e foram sempre de nível elevado. Mesmo tendo em conta o elevado número de atendimentos: cerca de 55 por dia, 20 mil por ano, em média.
No novo edifício, inaugurado a 3 de outubro de 2013 pelo secretário de estado da Saúde, Fernando Leal da Costa, a excelência do atendimento manteve-se, mas subiram em flecha as condições físicas em que o mesmo passou a ser prestado. A estrutura tem agora salas amplas, salas equipadas à altura de um serviço de urgência eficaz e moderno, capaz de garantir ‘milagres’ médicos.
Na cerimónia de inauguração o governante classificou o novo SUB de Moimenta da Beira como “um dos melhores que o país dispõe”. Lá trabalham, em permanência, 24 sobre 24 horas, 365 dias por ano, dois médicos, dois enfermeiros, um técnico afecto à ambulância SIV (Suporte Imediato de Vida), que está ao serviço do SUB desde 1 de julho de 2013, um funcionário administrativo, um auxiliar e um segurança. Oito colaboradores ao todo que garantem a qualidade do serviço prestado às populações da área de influência do SUB, que abrange os concelhos de Moimenta da Beira, Tabuaço, S. João da Pesqueira, Penedono e Sernancelhe (cerca de 35 mil pessoas no total) e ainda franjas da população dos concelhos de Armamar, Tarouca, Castro Daire, Aguiar da Beira, Vila Nova de Paiva e Sátão (perto de 8 mil pessoas). A coordenadora dos serviços de urgência, Eliza Bento da Guia, não tem mãos a medir. A médica divide-se entre consultas no Centro de Saúde e no SUB.
A ambulância de Suporte Imediato de Vida (SIV) do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) veio melhorar a assistência pré-hospitalar às vítimas de acidente e doença súbita na área de influência do SUB, bem como assegurar um adequado transporte inter-hospitalar a esses doentes críticos assistidos no respetivo SUB.
As SIV funcionam já segundo o novo modelo de partilha de recursos humanos entre o INEM e os Serviços de Urgência. Na prática, as Instituições (INEM e unidades de saúde onde os SUB estão integrados) partilham os seus recursos humanos, potenciando-se sinergias existentes nestes dois serviços. Os enfermeiros e técnicos de saúde que constituem a tripulação da ambulância SIV desempenham também funções nas urgências onde o meio está sedeado. A viatura é uma mais-valia.
Fonte: local.pt

«Ambiente» - Recuperação de falcão ferido

A Guarda Nacional Republicana, através do Núcleo de Proteção Ambiental (NPA) do Destacamento Territorial de Moimenta da Beira recuperou, no dia 18 de agosto, um Falcão-abelheiro (Pernis apivorus), no povoamento de Carvalho-Negral, concelho de Moimenta da Beira. 
 
Os militares da GNR, logo que alertados por um popular, dirigiram-se ao local constando que a ave apresentava a asa direita partida, ferimento compatível com o uso de chumbo de caça. A equipa do NPA de imediato recolheu o animal e efetuou o seu transporte para o Hospital Veterinário da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, onde o seu estado de saúde foi avaliado e está a recuperar para posteriormente ser restituída ao seu habitat natural.
Fonte: GNR.pt

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

«Divulgação» - Tudo feito em rolos de papel de jornal

Constrói objectos (robustos) em papel de jornal enrolado: bancos, cadeiras, mesinhas, cestos e cestas, baús, mealheiros, caixas e caixinhas, molduras e miniaturas de todo o género. Dezenas desses objectos estão expostos, até 12 de setembro, na Galeria Municipal Luís Veiga Leitão, em Moimenta da Beira. A exposição chama-se “RULOPAPEL”.

Rui Lopes, que mora no lugar do Senhor dos Aflitos, Moimenta da Beira, é o criador, o artesão que se dedica com mestria a dar forma ao papel de jornal. “Faço porque gosto, faço porque me dá prazer. É um passatempo para as horas livres”, diz.

Além do papel do jornal e dos rolos que faz à medida, só utiliza mais a cola branca para unir e dar robustez ao produto final, e tinta acrílica quando pinta os objectos.
Fonte: CMMB

«Desporto» - 1º Torneio Triangular Dr. Amadeu Baptista Ferro

O Clube de Desporto e Recreio (CDR) de Moimenta da Beira promove este sábado, 16 de agosto, a partir das 16h30, no relvado do estádio municipal da vila, o 1º Torneio Triangular Dr. Amadeu Baptista Ferro, em futebol sénior. 

Além da equipa da casa, participarão as formações do Lusitano de Vildemoinhos, que integra a Série D do Campeonato Nacional de Seniores, e o Sport Vila Real (Série B). O CDR disputa a Série C do mesmo escalão.

A iniciativa, que pretende manter viva a memória de Baptista Ferro, um dos fundadores do CDR, em 1945, e elemento preponderante e muitas vezes decisivo da vida do clube, servirá também de jogo de apresentação da equipa sénior.
Fonte: CMMB







 

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

«Divulgação» - Festa da Francesinha nos Arcozelos

A festa não é na cidade do Porto, onde a Francesinha tem estatuto de petisco de culto, é na freguesia de Arcozelos, Moimenta da Beira, já este sábado, 16 de agosto, às 20 horas, no Salão Paroquial. A iniciativa é da Paróquia local, que presta mais informações pelo telefone 964 286 556.
O programa, esse não se fica só pelo repasto, continua noite fora com um convívio dançante a não perder.
A francesinha é constituída por linguiça, salsicha fresca, fiambre, carnes frias e bife de carne de vaca ou, em alternativa, lombo de porco assado e fatiado, coberta com queijo (posteriormente derretido). É normalmente guarnecida com um molho à base de tomate, cerveja e piri-piri. Os acompanhamentos de ovos estrelados (no topo da sanduíche) e batatas fritas são facultativos.
Fonte: CMMB