quinta-feira, 11 de outubro de 2012
quarta-feira, 10 de outubro de 2012
«Divulgação» - Arte no átrio da Câmara
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MoimentaNaNet
Dez esculturas de Aureliano de Aguiar, um criador de arte fantástica, um
génio que dá vida à fusão de peças de ferro velho que utiliza em cada
uma das suas obras, estão expostas no átrio dos Paços do Concelho. É uma
parte da criação do artista, que foi um dos convidados da Expodemo, que
pode continuar a ser apreciada em Moimenta da Beira.
Aureliano de Aguiar tem mostras da obra por todo o país e no estrangeiro. Em espaços públicos e privados. Uma sua escultura de homenagem ao bombeiro, em Almodôvar, tem sido muito citada pela imprensa da especialidade.
Em 2008, 2009 e 2010, foi-lhe atribuído, consecutivamente, o “Prémio Utopia de Arte Fantástia” na categoria “Escultura”, com a obra “Acanjo”, adquirida pela Câmara Municipal de Odemira. Em Odemira está o “Monumento à Árvore”, obra com forte carga de significado, conotada «topológica e simbolicamente com a planície alentejana.
Aureliano de Aguiar tem mostras da obra por todo o país e no estrangeiro. Em espaços públicos e privados. Uma sua escultura de homenagem ao bombeiro, em Almodôvar, tem sido muito citada pela imprensa da especialidade.
Em 2008, 2009 e 2010, foi-lhe atribuído, consecutivamente, o “Prémio Utopia de Arte Fantástia” na categoria “Escultura”, com a obra “Acanjo”, adquirida pela Câmara Municipal de Odemira. Em Odemira está o “Monumento à Árvore”, obra com forte carga de significado, conotada «topológica e simbolicamente com a planície alentejana.
Fonte: CM MB
«Arqueologia» - Capela de Nossa Senhora dos Milagres, Casa da Novena e Fonte de Nossa Senhora do Leite
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MoimentaNaNet
Belo e aprazível
conjunto arquitetónico em Contim
Vista parcial da Capela de Nossa
Senhora dos Milagres e do seu escadório
Localização: povoação de Contim, freguesia de São
Cosmado, concelho de Armamar
Interessante
casario encontramos na aldeia de Contim, onde ao nível da arquitetura religiosa
assinala-se belo e aprazível conjunto.
Chama-nos
logo a atenção, da estrada (EN n.º 313) que a atravessa, os finos lavores da
capela aí edificada em veneração a Nossa Senhora dos Milagres, achando-se pelas
parecenças, manifestamente barrocas, que tem com o Santuário de Nossa Senhora
dos Remédios em Lamego, ser influência de Nicolau Nasoni[1].
Observação que, de facto, parece ter consenso quando
também se diz que a sua construção (muitas vezes confundida com uma igreja,
talvez pela presença da torre sineira), terá sido custeada pela rainha D. Maria
I [2]
na segunda metade do século XVIII, em recompensa da cura de uma doença grave de
que sofria um dos seus filhos e que, segundo a tradição, foi amamentado por uma
ama da povoação da Granja do Tedo.
Na
verdade, melhor implantação e desenho não podia ter este templo – em elevado terreiro
com largo horizonte e para ser visto ao longe, ressaindo um granito bem
desenhado das suas paredes brancas – a que se lhe juntou a Casa da Novena[3] com uma artística fonte, de
três bicas, sob a invocação de Nossa Senhora do Leite[4]. Em resultado, um autêntico
testemunho do labor de caridade.
Tido
como um tesouro, todo este espaço beneficiou de diversos restauros especialmente
no século XX, logrando, por conseguinte, maior beleza e dignidade. Certamente a
maior preciosidade ornamental reside no espaço interior da capela: no púlpito[5] em granito, nos esfuziantes
altares de Nossa Senhora dos Milagres (ladeada por São José e São Félix), de
São Joaquim e de Santa Ana e na sacristia, extraordinariamente no formato do chafariz.
Quanto
à festividade, também ela continua todos os anos à altura, majestosamente
celebrada no primeiro domingo de Agosto. Alcança especial relevo devido ao
local onde decorre.
Mantendo
vivo o espírito da tradição, Maria Celeste, que vive aqui mesmo ao lado,
lega-nos esta bela quadra:
“Nossa Senhora dos Milagres,
Que dais aos Vossos Romeiros?
Águas das tuas fontes
E sombras dos teus castanheiros.”
Publicado
no Jornal Beirão (91.ª edição)
[1] Arquiteto italiano (1691-1773) que desenvolveu grande
parte da sua obra em Portugal.
[2] D.
Maria I (Maria Francisca Isabel Josefa Antónia Gertrudes Rita Joana de
Bragança) sucedeu a D. José I (seu pai) ficando conhecida pelos cognomes de “A
Pia” ou “A Piedosa”, pela sua extrema devoção religiosa à Igreja Católica.
Nasceu em 1734 e reinou Portugal de 1777 a 1816, ano em que faleceu. Casou em
1760 com Pedro de Bragança, que subiu ao trono como Pedro III. Tiveram quatro
filhos e três filhas, sucedendo-lhe D. João VI, segundo filho.
[3] Edifício amplo do
lado poente, onde prestou-se assistência a muitos peregrinos que aqui chegaram
a pé, a burro ou a cavalo, sendo ainda possível observar-se quer exteriormente
junto às portas, quer dentro, as argolas de ferro que se destinavam a amarrar
os animais que os auxiliavam. Chegou a integrar um forno comunitário, funcionou
como escola e hoje destina-se a atividades de lazer.
[4] Trata-se de uma representação muito
rara, a qual dantes era de barro vermelho. A Virgem Santíssima é venerada em
todas as fases da sua maternidade divina. Além de diversas representações de
Maria com o Menino Jesus no colo, temos as invocações de Nossa Senhora da
Anunciação, da Encarnação, da Expectação, do Ó e do Parto.
[5] Local elevado onde se proferem as
leituras da Sagrada Escritura.
Autor: José Carlos Santos
terça-feira, 9 de outubro de 2012
«Notícia» - Morreu Aquilino Ribeiro Machado
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MoimentaNaNet
Faleceu esta segunda-feira, 8 de Outubro, em Lisboa, aos 82 anos,
Aquilino Ribeiro Machado, filho do escritor Aquilino Ribeiro e neto de
Bernardino Machado, último Presidente da I República. Era pai de quatro
filhos: Mariana, a mais velha (1962); Mónica, Aquilino e Sofia.
“Era acima de tudo um homem bom e livre", escreveu no Facebook o jornalista Henrique Monteiro, antigo director do Expresso.
Natural de Baiona, França (6 de Abril de 1930), onde o pai estava exilado na companhia da segunda mulher (Jerónima Dantas Machado), Aquilino Ribeiro Machado foi sempre presença amiga e assídua de Soutosa, onde passava largas temporadas com a família.
Engenheiro de profissão, militante e co-fundador do PS, foi o primeiro presidente da Câmara Municipal de Lisboa democraticamente eleito (1976/1979), quando concorreu como cabeça de lista do seu partido.
Nas comemorações do Centenário da República, celebradas na sede da Fundação Aquilino Ribeiro, em Soutosa, Moimenta da Beira, a 13 de Setembro de 2010, dia em que o pai escritor faria 125 anos, Aquilino Ribeiro Machado lembraria a aldeia como “a terra mítica de Aquilino”.
O presidente da Câmara Municipal de Moimenta da Beira e Presidente do Conselho de Administração da Fundação Aquilino Ribeiro, José Eduardo Ferreira, enviou hoje, por telegrama, sentidas condolências à família, recordando a “amizade e grandeza da alma humana de Aquilino Ribeiro Machado”.
“Era acima de tudo um homem bom e livre", escreveu no Facebook o jornalista Henrique Monteiro, antigo director do Expresso.
Natural de Baiona, França (6 de Abril de 1930), onde o pai estava exilado na companhia da segunda mulher (Jerónima Dantas Machado), Aquilino Ribeiro Machado foi sempre presença amiga e assídua de Soutosa, onde passava largas temporadas com a família.
Engenheiro de profissão, militante e co-fundador do PS, foi o primeiro presidente da Câmara Municipal de Lisboa democraticamente eleito (1976/1979), quando concorreu como cabeça de lista do seu partido.
Nas comemorações do Centenário da República, celebradas na sede da Fundação Aquilino Ribeiro, em Soutosa, Moimenta da Beira, a 13 de Setembro de 2010, dia em que o pai escritor faria 125 anos, Aquilino Ribeiro Machado lembraria a aldeia como “a terra mítica de Aquilino”.
O presidente da Câmara Municipal de Moimenta da Beira e Presidente do Conselho de Administração da Fundação Aquilino Ribeiro, José Eduardo Ferreira, enviou hoje, por telegrama, sentidas condolências à família, recordando a “amizade e grandeza da alma humana de Aquilino Ribeiro Machado”.
Fonte: CM MB
domingo, 7 de outubro de 2012
sexta-feira, 5 de outubro de 2012
quarta-feira, 3 de outubro de 2012
«Concelho» - População usa redes sociais para exigir obras em Moimenta da Beira
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Habitantes de Semitela, na freguesia de Leomil, criaram uma página na rede social para dar conta do mau estado em que se encontra o pavimento da estrada de acesso à localidade. Os presidentes da Câmara e da Junta dão razão aos residentes. A autarquia promete resolver o problema “o mais depressa possível”.
Há quatro anos que a população de Semitela, localidade da freguesia de Leomil, no concelho de Moimenta da Beira, espera que a estrada principal seja repavimentada depois de ter ficado totalmente esburacada durante as obras de instalação da rede de saneamento básico.

Fonte: Diario de Viseu
segunda-feira, 1 de outubro de 2012
«Divulgação» - Feira de S. Francisco à porta
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Esta quarta e quinta-feira, 3 e 4 de Outubro, são dias da Feira de
Francisco, uma das mais genuínas da região, que mantém a secular
tradição gastronómica dos “rojões à beirã”, aqui mais conhecida como a
“marrã”. É a tradição que cumpre!
O certame marca desde tempos imemoriais o fim das colheitas. E é retratado na obra de Aquilino Ribeiro. O mestre descreve a feira com pormenor em, pelo menos, “Cinco Reis de Gente” e “Via Sinuosa”.
Realiza-se no cruzamento de S. Francisco, perto do convento homónimo, na confluência das estradas nacionais 226 e 323, em terrenos da freguesia dos Arcozelos, Moimenta da Beira.
No espaço da feira haverá, durante os dois dias, animação com grupos de acordeões e concertinas.
O certame marca desde tempos imemoriais o fim das colheitas. E é retratado na obra de Aquilino Ribeiro. O mestre descreve a feira com pormenor em, pelo menos, “Cinco Reis de Gente” e “Via Sinuosa”.
Realiza-se no cruzamento de S. Francisco, perto do convento homónimo, na confluência das estradas nacionais 226 e 323, em terrenos da freguesia dos Arcozelos, Moimenta da Beira.
No espaço da feira haverá, durante os dois dias, animação com grupos de acordeões e concertinas.
Fonte: CMMB
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