domingo, 30 de novembro de 2014
sexta-feira, 28 de novembro de 2014
«Notícia» - Cachecol gigante no Dia Mundial de Luta Contra a Sida
Publicada por
MoimentaNaNet
Vai
ter mais de 40 metros de comprimento e está a ser feito há um mês por
alunos, pais, professores e funcionários
do Agrupamento de Escolas de Moimenta da Beira, para na segunda-feira, 1
de dezembro, às 14h30, envolver em círculo, no recinto da secundária,
mais de uma centena de alunos, numa acção que simbolizará a união pela
luta contra a Sida. A iniciativa é do Projecto Escola Promotora de Saúde
(PEPS), que é coordenado por Ondina Freixo, docente da escola.
“Malha
a malha se faz um cachecol”, é a frase máxima da ideia, a que se junta
uma outra: “Unidos na luta contra a Sida, vamos todos contribuir para
produzir uma malha (cachecol) que aprisione este flagelo (a Sida)”.
O
Dia Mundial de Luta Contra a Sida é comemorado a nível mundial no dia 1
de dezembro e visa alertar as populações para a necessidade de
prevenção e de precaução contra o vírus da Sida, que ataca o sistema
sanguíneo e o sistema imunológico do doente. A data tem ainda o
objectivo de lembrar todas as vítimas que já faleceram ou q
ue estão infectadas com a doença.
A
Sida ou VIH (Vírus da Imunodeficiência Humana) foi descoberta no ano de
1981 e já matou mais de 30 milhões de pessoas em todo o mundo. África é
o continente onde tem feito mais vítimas.
São
três as formas de contágio do VIH/SIDA: 1) Relações sexuais; 2)
Contacto com sangue infectado; e 3) De mãe para filho, durante a
gravidez, parto ou pela amamentação.
Fonte: CMMBquarta-feira, 26 de novembro de 2014
«Divulgação» - Povo de Vila Cova foi preso por defender terreno baldio
Publicada por
MoimentaNaNet
Há
50 anos o povo de Vila Cova de Caria, uma aldeia do concelho de
Moimenta da Beira, foi preso pela GNR e levado a tribunal por estar a
defender uma mata de pinheiros, um terreno baldio de 7 hectares
registado em nome da diocese, que a Junta de Freguesia de então
reivindicava para si. A contestação ficou conhecida como a “Revolução da
Mata de Santo André” e a efeméride vai ser assinalada este domingo, 30
de novembro, com missa, festa e a inauguração de uma lápide a recordar a
revolta popular.
O
caso passou-se em Janeiro de 1964 e arrastou-se por dois penosos anos
no Tribunal de Moimenta da Beira. No fim, ninguém do povo foi condenado,
nem mesmo os seis ‘cabecilhas’ da sublevação. A sentença da absolvição
foi ditada pelo então juiz de Moimenta José Marques Vidal, antigo
director nacional da PJ, hoje com 84 anos, e pai da actual
Procuradora-Geral da República Joana Marques Vidal.
Mas
durante o interrogatório conduzido pelo delegado do Procurador da
República (não pelo juiz), conta uma testemunha viva que cinco dos
homens detidos “passaram a noite presos com luzes viradas para os olhos e
com o delegado a pedir-lhes que dissessem, a todo o custo, que a mata
pertencia à Junta de Freguesia. Nenhum cedeu à pressão”.
Quem
se lembra na aldeia daqueles dias de rebelião, fala deles com orgulho.
“Povo unido como o de Vila Cova não há”, recorda Maria do Céu, 85 anos,
viúva de António Julião, autor dos 54 versos que relatam em rima toda a
insurreição popular. “Os sinos tocaram a rebate quando o povo soube que a
Junta andava lá na mata a cortar pinheiros. Juntamo-nos todos e fomos
impedir que aquilo continuasse. A mata é nossa, é do nosso Santo André”,
lembra Maria do Céu que entoa de cor algumas das rimas escritas pelo
marido: “Vila Cova cantai vitória / que a jornada foi triunfal / para
glória da nossa história / menos de quem nos quer mal”.
Muitas
das quadras são autos de fé dedicados a Santo André que, segundo o
povo, por inspiração divina terá contribuído para o final feliz:
“Milagroso Santo André / a tua alma é santa / já livraste o teu povo /
de caminhar para Moimenta”.
“Ainda
me lembro de ver o meu pai ser metido à força no jipe da GNR”, conta
Maria José, que tinha então apenas 8 anos de idade, filha de Lúcio
Pereira, o segundo homem do povo a ser preso pelos guardas.
Ao
todo foram detidos para interrogatório 40 pessoas e 21 destas foram
levadas para o posto da GNR. “Andava tudo em alvoroço. Só se viam jipes
da GNR na aldeia e homens com machados às costas”, recorda Maria do
Carmo, também filha de Lúcio Pereira.
Fonte: CMMB
terça-feira, 25 de novembro de 2014
«Divulgação» - Juiz de Moimenta ingressa no Supremo Tribunal de Justiça
Publicada por
MoimentaNaNet
Manuel
Artur Dias, 59 anos, nascido e criado em Granja do Paiva, freguesia de
Caria, Moimenta da Beira, acaba de ingressar no Supremo Tribunal de
Justiça, como Juiz Conselheiro. A posse aconteceu hoje, terça-feira, 25
de novembro, em Lisboa.
A
nomeação para o alto cargo consta da deliberação tomada pelo Conselho
Superior de Magistratura. O novo Conselheiro era presidente de uma das
secções cíveis do Tribunal da Relação de Coimbra, como Juiz
Desembargador, e Juiz no Porto.
Na infância estudou na escola primária de Granja do Paiva. A licenciatura em Direito foi feita já em Lisboa.
Fonte: CMMB
«Evento» - Associe-se domingo à comemoração do dia contra a pena de morte em Moimenta da Beira
Publicada por
MoimentaNaNet
O município de Moimenta da Beira volta a associar-se ao “Dia
Internacional, Cidades Pela Vida – Cidades Contra a Pena de Morte” que
se irá assinalar no próximo domingo, 30 de novembro, em todo o mundo. A
comemoração no concelho acontecerá nesse dia pelas 11h30, no Pelourinho
da freguesia da Rua, concelho de Moimenta da Beira. O acto simbólico
será acender 97 velas brancas simbolizando o número de países que já
aboliram a pena de morte. Associe-se também!
A efeméride comemora o primeiro decreto de abolição da pena de morte
na Europa, assinado em 30 de novembro de 1786 por Leopoldo II do
Grão-ducado de Toscana. Neste dia, as cidades mostram o seu compromisso
pela vida e pelo fim da pena capital. O movimento é apoiado por diversas
instituições de direitos humanos, tais como a Amnistia Internacional.
A iniciativa teve início em 2002 e conta este ano com a participação
de 1465 cidades e localidades em cerca de uma centena de países,
configurando um movimento global para despertar consciências e envolver
as instituições na procura de um sistema judicial que recuse a pena
capital e respeite a vida.
Fonte: Local.pt
Fonte: Local.pt
«Divulgação» - Associação de Vilar organiza, este domingo, 1º Festival de Sopas em Moimenta da Beira
Publicada por
MoimentaNaNet
Sopa de pedra, sopa à valenciana, sopa de abóbora. Ao todo são 10
sopas confeccionadas por 10 restaurantes. Todas de sabores diferentes.
Todas de sabores tradicionais. É o 1º Festival de Sopas que acontecerá
na aldeia de Vilar, Moimenta da Beira, este domingo, 30 de novembro, a
partir das 15 horas, no edifício-sede da Junta de Freguesia local.
A organização é da Associação Cultural, Recreativa e Desportiva
“Ensaio Aplauso” e do Grupo de Concertinas “Vale do Távora”, ambos de
Vilar. A entrada é gratuita. Só se pagará a tigelinha onde será servida a
sopa (ou as sopas) pretendida(s). No fim haverá concurso para a melhor.
As três primeiras receberão prémios e as restantes lembranças.
Funcionará bar permanente e haverá sempre animação pelo grupo de concertinas. Uma tarde que promete.
O restaurante S. Francisco confeccionará a sopa de beterraba; o
Araguaia a de pedra; o Pico do Meio Dia a sopa à valenciana; o Hotel
Verdeal a sopa de abóbora; o Espaço Central a de Camarão; o Mexicano a
de feijão verde com couve troncha; o Horizonte a de feijão com couve
galega; a Pizzaria Pinóquio a sopa d’Avó; a Detalhes de Sonho a sopa de
sonhos/legumes; e o Rochinha a de cebola com feijão.
Fonte: Local.pt
segunda-feira, 24 de novembro de 2014
«Divulgação» - Artesãs expõem trabalhos de Natal em Moimenta da Beira
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MoimentaNaNet
Carla Rocha e Susana Mendes, duas artesãs que vivem em Moimenta da
Beira, apresentam em simultâneo, na Galeria Municipal Luís Veiga Leitão,
em Moimenta da Beira, de 25 de novembro a 19 de dezembro, trabalhos que
produziram para esta quadra natalícia, grande parte deles feitos de
materiais reciclados, “lembranças sob o princípio de um Natal mais
ecológico”, sublinha Carla Rocha.
A mostra, a que se deu o nome de “Especial Natal 2014”, inclui
centros de mesa, aproveitando garrafas, frascos, frasquinhos e flores
várias, bonecos de neve, utilizando abóboras, bonequinhos de Natal,
usando rolos de papel higiénico, etc.
Fonte: Local.pt
Fonte: Local.pt
domingo, 23 de novembro de 2014
«Notícia» - CDS-PP quer conquistar uma Câmara de Viseu nas autárquicas
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MoimentaNaNet
O CDS-PP espera nas
próximas eleições autárquicas conquistar pelo menos uma Câmara no
distrito de Viseu sem ser em coligação, este sábado à agência Lusa o
presidente da distrital, Hélder Amaral.
"O compromisso da distrital é o CDS, pelo menos, tentar ganhar uma
autarquia sozinho", afirmou Hélder Amaral em Moimenta da Beira,
onde este sábado à tarde decorreu a sessão de formação "O CDS-PP no
poder local, exigência e afirmação".
O partido está apostado em reforçar a presença autárquica, aumentando
o número de presidentes de junta, de deputados municipais e de
vereadores nos 24 concelhos do distrito.
"E, obviamente, não escondo que o nosso objetivo é, num distrito onde
já tivemos uma dezena de autarquias e neste momento não temos nenhuma,
voltar a ter uma Câmara, no mínimo", sublinhou.
Na sua opinião, isso seria importante para o CDS-PP "provar no exercício desse poder que consegue passar do discurso à prática".
Nas autárquicas de 2013, o CDS-PP venceu as Câmaras de Lamego,
Oliveira de Frades e Tabuaço em coligação com o PSD. Depois de 20 anos, o
partido voltou a ter um vereador na Câmara de Viseu, precisamente
Hélder Amaral.
O presidente da distrital explicou que sessões de formação como a que
hoje aconteceu em Moimenta da Beira servem para preparar o processo
autárquico com antecedência. "Temos de formar um conjunto de autarcas
que vamos tendo cada vez em maior número espalhados pelo país. O
edifício legislativo do poder autárquico é cada vez maior e cada vez
mais complexo e eu sou a prova viva disso, não fazia a menor ideia que
se fazia tanta coisa e tão complexa numa vereação", admitiu.
No seu entender, "o eleitorado não é ingrato com o partido", tendo
este parte da responsabilidade nos "maus resultados autárquicos", ao
"não fazer as coisas a tempo, não se organizar, não preparar os seus
autarcas e não conseguir ter propostas que sejam diretamente
relacionadas com os problemas do território e das pessoas". "O partido
tem oportunidade para continuar a fazer crescer o seu número de autarcas
e o seu número de Câmaras. Isso faz-se com preparação, com formação dos
autarcas", defendeu.
Fonte: CMMB
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