segunda-feira, 2 de maio de 2022

«Noticia» - Agência Portuguesa do Ambiente garante que está a acompanhar poluição no Paiva

A Agência Portuguesa do Ambiente (APA) garante que se encontra a acompanhar de perto a poluição no rio Paiva. O Jornal do Centro questionou a APA sobre as descargas que têm acontecido no rio e que já deram origem a várias queixas no Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente (SEPNA) de Moimenta da Beira.

Segundo a agência, “encontram-se já em fase de instrução cinco processos de contraordenação a três pedreiras por alegados atos de poluição dos recursos hídricos”. Em causa, está o facto de as pedreiras, localizadas no concelho de Moimenta da Beira, estarem na origem dos focos de poluição.

O Jornal do Centro sabe que a APA está hoje a fazer uma visita ao leito do rio. Há cerca de duas semanas, o Jornal do Centro noticiou mais duas queixas apresentadas ao SEPNA, num espaço de apenas poucos dias de intervalo.

A problemática das descargas poluentes não é nova. Segundo dados da GNR, foram elaborados cinco autos de contraordenação nos últimos dois anos, garantindo que tem dado resposta às várias denúncias apresentadas.

Segundo as autoridades, “nos últimos três anos, registou várias denúncias de particulares e entidades, por o leito do rio Paiva apresentar águas opacas e com tonalidade esbranquiçada”. Em todas as situações, assegurou a GNR, “a Guarda mostrou-se particularmente atenta, enviando com frequência as patrulhas do Núcleo de Proteção Ambiental (NPA) ao local”.

A força policial explicou ainda que os cinco autos de contraordenação elaborados nos últimos dois anos “foram remetidos para a Administração da Região Hidrográfica do Norte [da Agência Portuguesa do Ambiente] e a situação foi também comunicada à Direção Geral de Energia e Geologia”.

PAN vai questionar Ministério do Ambiente

Entretanto, o PAN de Viseu deslocou-se no último fim de semana ao rio Paiva, na sequência das denúncias das descargas poluentes. A porta-voz do partido, Carolina Almeida, defende que a atividade das pedreiras deve ser suspensa, bem como a das estações de tratamento de águas residuais também acusadas de descargas poluentes.

“Se há pedreiras que não estão a respeitar a legislação ambiental, se não têm as estações de tratamento que deviam ter, então consideramos que não devem continuar a funcionar e a sua atividade deve ser suspensa até que possam cumprir com a legislação e que seja encontrada uma solução que resolva o problema de forma definitiva. Tem que haver justiça ambiental”, diz.

O PAN pretende pedir novos esclarecimentos ao Ministério do Ambiente e solicitar que sejam implementadas medidas urgentes para eliminar os focos de poluição no rio Paiva. O partido lembra também que, no ano passado, o Governo confirmou que a ETAR de Castro Daire “não fazia um tratamento adequado dos esgotos”.

Fonte: Jornal do Centro

domingo, 1 de maio de 2022

«Notícia» - Visita guiada ajudou ucranianos a estreitar laços com a comunidade local

Um grupo de ucranianos acolhidos pelo Município de Moimenta da Beira e algumas pessoas da comunidade local que se inscreveram, participaram ontem, quinta-feira, 28 de abril, numa visita guiada a alguns dos sítios mais emblemáticos do concelho.

O evento, inserido na efeméride do Dia Internacional dos Monumentos e Sítios, permitiu ao grupo visitar e conhecer a Fundação de Aquilino Ribeiro, em Soutosa, a Barragem de Vilar e ainda o Miradouro e o Santuário de S. Torcato, em Cabaços.

Esta visita serviu para estreitar os laços entre os ucranianos e a comunidade local, aproveitando para conhecer o património do concelho.

O Dia Internacional dos Monumentos e Sítios, data instituída em 1982 pelo Conselho Internacional de Monumentos e Sítios (ICOMOS) e aprovado pela UNESCO, cujo objetivo é celebrar a diversidade patrimonial, bem como a solidariedade internacional em torno da salvaguarda e da valorização do património de todo o mundo.
Fonte: CMMB

«Notícia» - Crianças em Moimenta da Beira formam laço humano azul pela prevenção dos maus-tratos na infância

Mais de 200 crianças do ensino pré-escolar do concelho de Moimenta da Beira juntaram-se, na manhã desta sexta-feira, 29 de abril, na renovada Praça do Tabolado, em frente ao edifício da Câmara Municipal, para assinalar o Mês da Prevenção dos Maus-Tratos na Infância.

Sentadas no chão com um boné azul na cabeça, as crianças (do Agrupamento de Escolas de Moimenta da Beira, Alvite, Leomil, Santa Casa da Misericórdia e AMAI) formaram um laço azul humano, que pretende alertar para a importância da prevenção dos maus-tratos na infância e juventude. À efeméride, associaram-se também a Câmara Municipal e a Assembleia Municipal.

O “Movimento do Laço Azul” teve origem em 1989, nos Estados Unidos, quando uma avó, depois de saber que os seus netos tinham sido vítimas de maus-tratos por parte dos pais, amarrou um laço azul à antena do seu carro, num gesto de alerta para o combate aos maus-tratos na infância. As crianças apresentavam nódoas negras pelo corpo e o neto acabou mesmo por ser assassinado pelos progenitores.

Para sinalizar o mês dedicado a esta causa a Comissão de Proteção de Crianças e Jovens de Moimenta da Beira, a Gentes CLDS 4G, em conjunto com a Câmara Municipal realizaram outras atividades como a colocação de lonas no parque verde junto das escolas, piscina municipal e Minipreço. Foram também distribuídos panfletos e laços junto das crianças da Santa Casa da Misericórdia e da AMAI.

As atividades desenvolvidas tiveram o patrocínio da Wigge e da Polimagra.
Fonte: ViseuNow

quinta-feira, 28 de abril de 2022

«Divulgação» - S. Torcato em Cabaços, a festa do chapéu ‘milagreiro’

Está de regresso a maior e a mais afamada romaria do concelho de Moimenta da Beira. São as festas em honra de São Torcato, em Cabaços, que decorrerão nos fins-de-semana de 14 e 15 de maio e no seguinte de 21 e 22.


Os festejos desta tradicional romaria ganharam fama, em especial por causa do chapéu ‘milagreiro’ que segundo a crença popular, colocado na cabeça dos crentes ‘cura’ dores e doenças da cabeça, do peito e dos membros. O ritual é feito pelos mordomos ou ‘mesários’, mal os homens, mulheres e crianças se ajoelham junto do altar da sagrada imagem.

O programa deste ano inclui fogo-de-artifício, arraiais populares, bandas de música, eucaristias e a procissão maior com andores majestosos no dia 15 de maio.

PROGRAMA

14 de maio |Sábado22h00 – Atuação da Band & Tarola24h00 – Fogo-de-artifício (pirotecnia Duarte Britiande – Lamego)

15 de maio |Domingo07h00 – Alvorada08h00 – Chegada da Banda Filarmónica de Penedono11h00 – Eucaristia15h00 – Majestosa procissão, com andores – Armador João Pereira Guedieiros e Florista Paula Flor e Figuras Bíblicas (Felicidades Noivas – Vila Verde)

21 de maio |Sábado22h00 – Atuação da Banda Kumitiva

22 de maio |Domingo14h00 – Procissão, seguida de Eucaristia15h30 – Atuação do Artista Vítor Ferreira


Fonte: CMMB

«Divulgação» - Filha de José Saramago este sábado na Biblioteca de Moimenta da Beira

A Câmara de Moimenta da Beira dinamiza neste sábado (30 de abril), às 21h00, a iniciativa "Encontros com as memórias de Violante Saramago Matos”, autora da obra “De memórias nos fazemos”, com apresentação a cargo de Ana Maria Oliveira.

A iniciativa, dinamizada pela Biblioteca Municipal Aquilino Ribeiro, aborda o livro “De memórias nos fazemos”, da filha de José Saramago.

“É um livro cheio de histórias da sua relação ‘cúmplice’ com o pai, de respeito e de amor para a eternidade. A única filha do escritor laureado com o Prémio Nobel de Literatura conta como este lhe ensinou a não escrever sobre o que não sabia e como um olhar do escritor lhe serviu muitas vezes de lição de vida. O livro foi escrito no ano em que, se vivo fosse, José Saramago faria 100 anos”, sintetizaram os promotores.

Antes, no mesmo dia, Violante Saramago Matos vai estar na Biblioteca Municipal de Viseu, às 15h00, num encontro onde também vai contar histórias para toda a família.

Violante Saramago Matos nasceu em Lisboa, em 1947, e licenciou-se em Biologia. Publicou livros como “Quinas, pelo Mar Fora…” (2018), “Quinas, uma Viagem à Ria” (2019), “Tixa a Presidente!” (2019) e “Quando o Verão Amadurece” (2020).

Fonte: Jornal Do Centro

quarta-feira, 27 de abril de 2022

«Divulgação» - Alimentação e Nutrição

Uma vez por semana, a Joana Batista, que está a desenvolver estágio curricular na Câmara Municipal de Moimenta da Beira, no âmbito da Licenciatura em Ciências da Nutrição da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD), escreverá sobre alguns temas e desmistificará alguns mitos sobre alimentação e nutrição.

O primeiro procura responder à pergunta: "Então o que é isto de uma alimentação saudável?" tendo em conta a Dieta Mediterrânica.

Esta será provavelmente a questão à qual todos queremos saber a resposta e, na verdade, não está tão longe quanto isso. Quantos de nós já ouviu falar em Dieta Mediterrânica?

Pois é, se calhar andamos todos tão preocupados em encontrar a “dieta milagrosa” que ainda nem nos apercebemos que para se ser saudável não são precisas grandes mudanças.

A Dieta Mediterrânica é um padrão alimentar que nos permite obter o que necessitamos para ter saúde e uma melhor qualidade de vida e, para além disso, é considerado um padrão alimentar sustentável, conceito pelo qual nos temos vindo a preocupar cada vez mais.

De acordo com a evidência científica, o padrão alimentar mediterrânico está associado a maior longevidade e diminuição do risco de desenvolvimento de Doenças Crónicas Não Transmissíveis, tais como a Obesidade, Diabetes Mellitus tipo 2, Doenças Cardiovasculares, alguns tipos de Cancro, entre outras.

É, por isso, considerada uma das dietas mais saudáveis do mundo.

Mas afinal em que consiste a Dieta Mediterrânica?

- Maior consumo de alimentos de origem vegetal, comparativamente aos alimentos de origem animal. Assim, devemos incluir na nossa alimentação, os cereais, os produtos hortícolas, as frutas, as leguminosas, os frutos oleaginosos, as azeitonas e as sementes.

- A gordura de eleição é o azeite.

- Consumo moderado de pescado, carnes de aves, ovos e laticínios.

- Baixo consumo de carnes vermelhas e processadas.

Para além da parte alimentar, a Dieta Mediterrânica privilegia a prática de atividade física diária, o convívio à mesa e o uso de alimentos locais e da época a partir de práticas culinárias simples.

E então, ainda acha que necessitamos de uma “dieta milagrosa”?

Nas próximas publicações serão abordados alguns mitos relacionados com a alimentação, em que o primeiro será: Água às refeições engorda?

Fontes:

https://actaportuguesadenutricao.pt/.../2018/01/n11a02.pdf
https://www.apn.org.pt/.../Ebook_Dieta_Mediterranica.pdf


Fonte: CMMB




«Notícia» - Junta de Freguesia de Moimenta lembrou e homenageou antigos Presidentes e atuais Funcionários

A Junta de Freguesia de Moimenta da Beira lembrou e homenageou os seus antigos Presidentes e atuais Funcionários (pelo empenho e longevidade de funções). O tributo foi prestado no decurso da sessão solene comemorativa do 48º aniversário do 25 de Abril de 1974, na sede da Junta, sessão que contou também com a presença do Presidente da Câmara Municipal, Paulo Figueiredo, e do Presidente da Assembleia Municipal, João Xavier.

“Foram todos lembrados, alguns são do tempo das comissões administrativas criadas depois da Revolução dos Cravos, e alguns já falecidos”, explicou João Silva, atual Presidente da Junta de Freguesia.

Antigos Presidentes da JF: Agostinho Alves Correia; João Teixeira Dias; Avelino Casimiro; Alberto Fernandes; José António Amante da Costa; José Alberto Pereira da Silva; João Paulo dos Santos Moura e Francisco José de Lima Rebelo Gomes.

Funcionários: Cacilda Maria Soeiro Pereira e António Cardoso.

Fonte: CMMB

«Notícia» - Diamantino Gertrudes da Silva, capitão de Abril, lembrado em Alvite

Sob a ameaça de fogo de artilharia e sob as ordens de Diamantino Gertrudes da Silva, Capitão de Abril, que saíra de Viseu na madrugada da Revolução, renderam-se os PIDES que guardavam a Prisão de Peniche e os presos políticos então lá encarcerados pela ditadura do Estado Novo. Foi no dia 27 de abril de 1974, completam-se hoje 48 anos.

Relembrando a data e honrando Diamantino Gertrudes da Silva, a União de Resistentes AntiFascistas Portugueses (URAP) colocou esta quarta-feira uma coroa de flores junto ao seu busto, no parque que leva o seu nome situado na vila de Alvite, Moimenta da Beira, onde nasceu, como uma forma de recordar a sua vida de exemplar militar de Abril e a sua bravura quando a nação lhe exigiu uma postura estratégica. “Ele foi um dos heróis de Abril, um dos libertadores”, lembrou António Vilarigues, dirigente da URAP. “O coronel Diamantino Gertrudes da Silva é uma das principais figuras da nossa história contemporânea ligada à Revolução dos Cravos. Devemos-lhe muito, estamos-lhe muito gratos”, sublinhou Paulo Figueiredo, Presidente da Câmara Municipal, que fez questão de estar presente na cerimónia de homenagem.

Diamantino Gertrudes da Silva faleceu a 10 de outubro de 2018, com 75 anos.


Fonte: CMMB

domingo, 24 de abril de 2022

«Desporto» - Resultados AF Viseu

 Divisão Honra - Fase Manutenção - Série A:








1ª Divisão - Apuramento Campeão:






Fonte: ZeroZero.pt

quinta-feira, 21 de abril de 2022

«Notícia» - Novas descargas poluentes e mais duas queixas em menos de uma semana

Em menos de uma semana, o Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente (SEPNA) de Moimenta da Beira recebeu mais duas queixas por descargas poluentes no Rio Paiva. A história repete-se e, em cerca de um mês, Vítor Bouça vai já na terceira reclamação.

O presidente do Clube de Caça e Pesca de Vila Nova de Paiva tem sido uma das vozes que se tem insurgido às descargas que acontecem “há vários anos” e que o Jornal do Centro tem vindo a noticiar.

Esta manhã, Vítor Bouça voltou a contactar o SEPNA para dar conta de mais uma situação que considera “grave”.

“Fiz uma queixa na semana passada, hoje novamente. Isto já não é novo, é de alguns anos, mas ultimamente mais constante, se não é todas as semanas é de quinze em quinze dias. Isto é uma situação grave”, disse.

Vítor Bouça lamenta que o problema não seja resolvido, já que pode estar em causa a saúde da população.

“O clube tem uma conceção do Rio Paiva em termos de pesca, e esta situação é grave para os animais, para as trutas, para as espécies que temos no rio. Mais grave ainda, e que é o que revolta mais, é que grande parte da água para consumo para a freguesia de Vila Nova de Paiva sai de uma exploração do Rio Paiva, nomeadamente na Quinta da Azenha. Temos nas nossas torneiras água com esta poluição, que está a ser constante”, destacou, lembrando que a água é tratada “mas provavelmente não para este tipo de poluição.

Quanto às queixas, Vítor Bouça diz saber que o “SEPNA tem feito o trabalho que lhe compete”, mas a verdade é que nada está a acontecer.

Da mesma opinião é António Rocha Santos, proprietário de uma quinta que funciona como turismo rural, situado em Segões, no concelho de Moimenta da Beira, onde estão localizadas as pedreiras que serão o foco das descargas. Ao Jornal do Centro explicou que chegou a ter hospedes que ligaram “a pensarem que os canos de casa tinham rebentado”.

António Rocha Santos lembra que foi dos primeiros a alertar para esta situação, “há muitos anos”. “Já foi há muito tempo, talvez 10 anos, já não sei bem. Mas, logo na altura alertei para a situação”, assegurou.

António Rocha Santos foi presidente da Junta de Freguesia de Segões e foi nessa qualidade que chegou a reportar a situação à Câmara Municipal de Moimenta da Beira.

GNR confirma queixas e autos. APA continua sem dar resposta

Recentemente, o Jornal do Centro solicitou à GNR esclarecimentos sobre as descargas, tendo sido confirmado que nos últimos dois anos, de 2020 a 2022, foram elaborados cinco autos de contraordenação devido a descargas poluentes no Rio Paiva, explicando que têm dado resposta às várias denúncias apresentadas ao SEPNA.

Questionada, a GNR chegou explicar que “nos últimos três anos, registou várias denúncias de particulares e entidades, por o leito do rio Paiva apresentar águas opacas e com tonalidade esbranquiçada”. Em todas as situações, garantiu, “a Guarda mostrou-se particularmente atenta, enviando com frequência as patrulhas do Núcleo de Proteção Ambiental (NPA) ao local”.

A força policial explicou ainda que, os cinco autos de contraordenação elaborados nos últimos dois anos “foram remetidos para a Administração da Região Hidrográfica do Norte [da Agência Portuguesa do Ambiente (APA)] e a situação foi, também, comunicada à Direção Geral de Energia e Geologia”.

Também estas duas queixas recentes viram ser elaborados expedientes que serão remetidos à APA.

O Jornal do Centro continua a aguardar uma resposta da Administração da Região Hidrográfica do Norte, da APA. Foi ainda contactada a Câmara Municipal de Moimenta da Beira mas sem sucesso.

Fonte: Jornal do Centro