terça-feira, 31 de agosto de 2021

«Notícia» - Apanha da maçã já começou no norte do distrito

A campanha de apanha da maçã já começou no norte da região de Viseu. Entre o granizo e a falta de mão-de-obra, os produtores esperam, no entanto, que seja um ano de boas maçãs.

Na zona do Távora Varosa, a campanha arrancou em força na segunda-feira (30 de agosto). O presidente da Cooperativa Agrícola do Távora, João Silva, diz que a expetativa para a produção é boa, nomeadamente na maçã Gala.

“Nesta variedade, onde muitos dos nossos associados evidenciaram preocupações no início da colheita, a expetativa é boa porque tem alguma fruta, embora precise de mais cor. Mas a fruta tem evoluído bastante favoravelmente nos últimos dias e penso que a campanha vai ser razoável e de qualidade”, explica.

O responsável pela cooperativa sediada em Moimenta da Beira prevê um crescimento que ronde entre os 15 e os 20 por cento este ano. A Cooperativa do Távora tem 140 associados que produzem entre oito e 10 mil toneladas de maçã por ano.

A grande dificuldade do setor prende-se com a falta de trabalhadores, uma situação que, assume João Silva, tem vindo a agravar-se nos últimos tempos. “Há pouca mão-de-obra. É difícil, há pouca gente e as empresas estão a recorrer a pessoas que vêm de fora do país. Alguns concorrem aqui com o que houver. Esta é a grande dificuldade nesta campanha que se antevê quer para a fruta quer para as vindimas”, afirma.

Para ajudar a atrair mais gente para a apanha da maçã, João Silva defende a criação de bolsas de trabalhadores e a articulação entre as empresas do setor e o Estado.

Em Armamar, o granizo voltou a fazer estragos

Já em Armamar, capital da maçã de Montanha, o granizo é o pior inimigo. A saraiva que caiu em maio do ano passado voltou a fazer estragos nos pomares este ano. O presidente da Associação de Fruticultores local, José Osório, antevê impactos na qualidade da produção.

“Vão sair maçãs com menos qualidade nos locais onde o granizo foi bastante acentuado, mas se o tempo continuar a ser bom penso que vamos ter muita maçã no nosso concelho”, acrescenta. Segundo José Osório, o granizo deste ano já afetou cerca de 40 por cento da maçã de Armamar.

A apanha da maçã neste concelho decorre até meados de outubro. Armamar produz entre 70 mil e 80 mil toneladas por ano e tem cerca de 200 fruticultores.

Fonte: Jornal do Centro

segunda-feira, 30 de agosto de 2021

«Notícia» - Planalto - Festival das Artes, veio para ficar em Moimenta da Beira

Nunca esteve de portas fechadas porque há meses não se fala de outra coisa: a segunda edição do Planalto – Festival das Artes, um projecto de arte, gente, território e pontes interinstitucionais criadas com amor, foi inaugurado oficialmente esta segunda-feira, 30 de agosto, em Moimenta da Beira, como um projeto cultural que veio para ficar, reforçar identidades coletivas, aproximar a população das suas tradições, preencher vazios culturais e fomentar a massa crítica.

O Presidente da Câmara Municipal, José Eduardo Ferreira, não hesitou em elogiar Luís André Sá, o diretor artístico do evento, pelo seu esforço e capacidade de liderança e desafiou outros territórios, a partir deste festival de Moimenta, a juntarem-se-lhe e a seguirem a sua “capacidade de sonhar”.

Se o Planalto terá resultados imediatos? Não, respondeu o autarca. “Mas é o princípio do que há-de ser”. Promissor já é. Um evento diversificado que traz 31 artistas de renome, das mais diversas áreas, dança, teatro, música, meditação, exposições permanentes, entre várias outras atividades, e conta com mais de quatro dezenas de locais envolvidos nas atividades. Mãos dadas com instituições, associações, jardins de infância, lares, todos a criar algo que os fez sentir parte de todo o processo.

Para a secretária de Estado da Valorização do Interior, Isabel Ferreira, eventos como este são importantes na criação de novas centralidades, que vão de encontro aos novos investimentos para atrair gente para o interior. Surpreendida com a iniciativa, frisou que é premente combater a baixa densidade habitacional e que “esta articulação criará um roteiro,um museu a céu aberto em coabitação com a paisagem, humana e cultural”. O mesmo referiu Pedro Barbosa, da Direcão-Geral das Artes, que teceu algumas considerações sobre os benefícios da “descentralização cultural”.

Pedro Bruços, do Banco BPI/Fundación "la Caixa", importante patrocinador do Planalto, mencionou a “pedrada no charco” de iniciativas como esta e enumerou os projetos que esta entidade tem vindo a patrocinar no âmbito social.

O vice-presidente da Câmara Municipal, Francisco Cardia, agradado por esta aposta, sublinhou o impacto nacional que o Planalto começa a ter e recordou o início de Luís André Sá no “Teatro Persona”, onde dava já mostras do talento como artista.

Luís André, emocionado. Entusiasmado. Pronto. Acarinhado. Ou como referiu Pedro Pires, adjunto da Ministra da Cultura, “é muito bom quando não sabemos o que está para acontecer”. A arte, não isoladamente, mas feita com as populações, ajuda ao “empoderamento das comunidades”. E Luís saiu, empoderado, sempre humilde. Porque a magia começou.

Todo o programa do festival aqui.

Fonte: CMMB

domingo, 29 de agosto de 2021

«Notícia» - Parques de campismo com a taxa de ocupação a subir, mas “ainda longe do que era”

Com a chegada do verão, a escolha do destino de férias torna-se um verdadeiro desafio para muitas famílias, especialmente tendo em conta as normas de segurança impostas pela Direção-Geral de Saúde (DGS). Nos parques de campismo da região de Viseu, há quem veja as taxas de ocupação a subir e a chegar ao limite. Outros continuam a ver o parque vazio e sem campistas.

Percorremos alguns parques e passámos pelos concelhos de Lamego, Moimenta da Beira, São Pedro do Sul e Sátão. Em todos nos confirmaram o que, na verdade, já esperávamos: “está melhor do que no ano passado”.

Em direção a Carvalhais, em São Pedro do Sul, encontramos o Bioparque envolvido por um leve manto de vegetação. Ao Jornal do Centro, a coordenadora do parque, Inês Jesus, não deixou dúvidas: “em termos do parque de campismo, a ocupação é superior à do ano passado. Todos os dias tem sido mais, mesmo em julho. Agora, em agosto tem atingido a lotação máxima. Mas, não diria o mesmo em relação a 2018 ou 2019”.

O também conhecido por Parque Florestal do Pisão já começou novamente a ter colónias de férias e as atividades “são muito mais procuradas do que no ano passado”, além da piscina que enche todos os dias. Com uma lotação a rondar as 250 pessoas, o parque de campismo chega às 150 durante a semana e “ao fim de semana chegará às 200 pessoas”, adiantou a coordenadora.

Para os lados de Moimenta da Beira, no Parque de Campismo do Vilar - Barragem do Vilar, o número de campistas parece estar a aumentar. “Nas caravanas houve um aumento claro, no campismo está ela por ela em relação ao ano passado”, disse Cátia Matos, responsável do parque, ao Jornal do Centro.

Ainda assim, as pessoas tendem a “não gastar tanto dinheiro, o que tem impacto na nossa sustentabilidade” e, por isso, “não posso dizer que tenha sido um ano riquíssimo porque veio na sequência de dois encerramentos de uma pandemia que deixou graves buracos e acreditando nós que o sustento poderia vir do verão, posso dizer que não foi o caso”, lamentou.

Neste momento, o parque do Vilar “não está muito ocupado” e tem pelo menos dez pessoas alojadas, entre campismo e caravanas. A responsável não escondeu que as novas propostas do espaço atraíram mais campistas: “noto afluência de mais estrangeiros e apercebo-me de que pequenas apostas nossas surtiram efeito, nomeadamente, o facto de sermos pet friendly e de termos refeições vegan e isso fez diferença, por exemplo, tivemos pela primeira vez este ano turistas chineses e japoneses que nunca tínhamos tido”, avançou.

Em Sátão, no Camping Quinta Chave Grande, a taxa de ocupação é agora de 15 por cento, enquanto que no ano passado estava reduzida aos 5 por cento. Ao Jornal do Centro, Jorge Rocha, um dos sócios do parque, adiantou que apesar das pessoas estarem a regressar, a afluência “ainda longe do que era”. Numa realidade anterior à pandemia, o parque que conta com 80 lugares chegava a ultrapassar os 50 por cento de lotação.

Uma rota por parques de campismo que chegou até ao Parque de Campismo de Lamego. Um dos responsáveis, sem querer revelar muitos detalhes, adiantou que a situação está a “piorar” até porque “nós vivemos basicamente dos estrangeiros e os portugueses não chegam a vir”, suspirou.

Fonte: Jornal do Centro

«Notícia» - Mundo elétrico à vista? Já se anda à caça de lítio na região de Viseu

Estaremos perto de um mundo elétrico? Há quem diga que sim e os últimos tempos parecem apostar na procura de metais mais leves. Já é comum ver carros elétricos a circular quase silenciosamente e a carregar num dos postos da cidade ou Uma transição energética em que o lítio é a peça chave. Na região de Viseu, já há empresas de prospecção e pesquisa mineira a querer arrancar com a exploração de lítio.

De acordo com os dados recolhidos pela MiningWatch Portugal, uma rede de monitorização independente, já se registaram pelo menos cinco requerimentos de atribuição de direitos de prospecção e pesquisa de lítio, que se alastram a 17 concelhos do distrito de Viseu. Em Tabuaço e São João da Pesqueira já há contrato de concessão de exploração experimental de depósitos minerais.

Segundo o mapa do minério, há também uma área de 397,980 km2 denominada por “Guarda-Mangualde W”, que se expande pelos concelhos de Mangualde, Nelas e Penalva do Castelo com pedidos de prospecção e exploração em via de atribuição por concurso público.

A empresa australiana Fortescue Metals Group Exploration Pty Ltd. é a responsável pela maioria dos requerimentos na região. A 16 de março de 2019, requereu uma área total de 426,097 km2 prospecção e pesquisa de lítio, além de ouro, prata, chumbo, zinco cobre, tungsténio, estanho e outros depósitos minerais ferrosos e minerais metálicos associados. Denominada de “Portela”, a área abrange os concelhos de Viseu, Penalva do Castelo, Sátão, Aguiar da Beira, Sernancelhe, Moimenta da Beira e Vila Nova de Paiva.

Na mesma data, seguiu-se o requerimento por uma área com cerca de 421,098 km2 denominada de “Cabecinhas” para a atribuição de direitos de prospecção e pesquisa de depósitos minerais de ouro, prata, chumbo, zinco cobre, lítio, tungsténio, estanho e outros depósitos minerais ferrosos e minerais metálicos associados. A ‘busca’ abrange os concelhos de Sátão, Sernancelhe, Aguiar da Beira e Penalva do Castelo.

A incluir os concelhos de Tondela, Vouzela, Viseu, Mangualde, Nelas e Carregal do Sal está o requerimento para exploração de lítio, ouro, prata, chumbo, zinco cobre, tungsténio, estanho e outros depósitos minerais ferrosos e minerais metálicos associados, numa área denominada «Lobão».

A área “Castelo” com 260,947 km2 o requerimento da empresa australiana para a exploração de lítio e outros minerais chega a alcançar o concelho de São João da Pesqueira.

Por último, há outra zona designada de “Mua” com requerimento para atribuição de direitos de prospecção e pesquisa de depósitos minerais de ouro, prata, chumbo, zinco cobre, lítio, tungsténio, estanho e outros depósitos minerais ferrosos e minerais meta?licos associados. A área total é de 479,640 km2 e envolve os concelhos de Lamego, Armamar, Resende, Tarouca.

Requerimentos após requerimentos, o que rende mais na indústria extrativa da região são os agregados, ou seja, materiais para construção que incidem nas areias e saibros, pedra britada calcária e pedra britada siliciosa. De acordo com a Direção-Geral de Energia e Geologia (DGEG), em 2018, produziram-se 1 803 088 toneladas, seguindo-se as rochas ornamentais com 332 662 toneladas e os minerais industriais com 109 891.

Fonte: Jornal do Centro

domingo, 22 de agosto de 2021

«Divulgação» - Câmara presta justíssima homenagem a Diamantino Gertrudes da Silva, Capitão de Abril

Um busto e um largo (o atual Parque da Neta) que vai passar a chamar-se “Parque da Liberdade Coronel Diamantino Gertrudes da Silva”. Tudo em Alvite, terra onde nasceu, a 20 de fevereiro de 1943, o bravo Capitão de Abril.

É um justíssimo tributo a quem, à data da Revolução dos Cravos, comandou as tropas sublevadas idas de Viseu para Lisboa, com as companhias de Aveiro e da Figueira da Foz, e que nessa marcha gloriosa teve a seu cargo a tomada da prisão de Peniche. Um ato heróico e determinante em todo o processo de fim do regime.

A cerimónia de homenagem, promovida pela Câmara Municipal de Moimenta da Beira, decorrerá no dia 29 de agosto, a partir das 16 horas. O Presidente da autarquia, José Eduardo Ferreira, lança o convite público.

Diamantino Gertrudes da Silva faleceu a 10 de outubro de 2018 graduado de coronel das Forças Armadas, mas ficou para sempre a memória do Capitão de Abril, Herói de Abril.

“Foi o mais antigo dos quatro capitães que em Viseu, no RI14, desenvolveram grande atividade no Movimento dos Capitães”. “As suas militâncias envolveram então oficiais de Lamego, Guarda, Coimbra, Aveiro, para só referir as mais significativas”, lembra Vasco Lourenço, Presidente da Associação 25 de Abril.

Gertrudes da Silva ingressou na Academia Militar em 1963, seguindo a carreira de Oficial do Exército na Arma de Infantaria. Cumpriu duas comissões na Guerra Colonial, a 1ª em Angola e a 2ª na Guiné.

Dois anos depois da Revolução dos Cravos, insaciável por mais conhecimentos, matriculou-se na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, licenciando-se em História em 1980. Nas últimas décadas esteve envolvido numa intensa atividade cívica, apresentando comunicações em várias instituições, nomeadamente em escolas, para os mais jovens.

Literariamente desenvolveu enorme atividade de que se destaca a publicação de uma trilogia inspirada nas suas vivências da guerra colonial: “Deus, Pátria e... A Vida”, em 2003; “A Pátria ou a Vida”, em 2004; e da Revolução do 25 de Abril “Quatro Estações em Abril”, em 2007. Publicou ainda “Tempos sem remissão”, em 2011.

Fonte: CMMB

sexta-feira, 20 de agosto de 2021

«1ª Página» - Jornal Terras do Demo

 


«Divulgação» - Protocolo entre a Câmara e a GNR faz chegar “botão SOS” para segurança dos mais idosos

A Câmara Municipal de Moimenta da Beira assinou um protocolo com a GNR para a obtenção de aparelhos de socorro e teleassistência às pessoas mais idosas, cidadãos que vivem isolados, logo mais vulneráveis, residentes no concelho.

Trata-se de um equipamento que permite a estas pessoas, em casa, e sempre que necessário, acionar um "botão SOS”, disponível 24 horas por dia, e contactar com a “Sala de Situação” do Comando Territorial da GNR de Viseu, pedindo ajuda. De imediato a GNR diagnostica a razão e a característica do alerta e ativa as respostas de auxílio adequadas.

Este dispositivo poderá ser utilizado em qualquer lugar e em situações de segurança, socorro, doença e ajuda social.

Fonte: CMMB

quinta-feira, 19 de agosto de 2021

«Divulgação» - Obras de Aquilino Ribeiro dão origem a duas peças de teatro

No próximo fim-de-semana, o AFTA_Grupo Off, vai apresentar dois espetáculos de teatro: “Andam Faunos pelos Bosques” e “Gentes das Terras do Demo”, ambos construídos a partir das obras de “Mestre” Aquilino Ribeiro. Mesmo não sendo apresentados, por enquanto, em Moimenta da Beira, terra onde o escritor cresceu e viveu, não deixa de ser um momento cultural importante.

A primeira peça vai ser representada no sábado, dia 21 de agosto, pelas 19 horas, em frente da Biblioteca Municipal de Sátão, no âmbito das Festas de S. Bernardo. Os bilhetes são gratuitos, mas devem ser levantados previamente na Casa da Cultura de Sátão.

Já no domingo, pelas 20:30, é a freguesia de Mundão, em Viseu, que recebe o grupo de teatro para mostrar à comunidade o espetáculo “Gente das Terras do Demo”. Esta peça relembra um cenário onde a natureza e, muitas vezes, o diabo ditam as suas leis, onde fidalgos, ciganos, almocreves, estalajadeiros, alcoviteiras e padres são algumas das personagens, que sonham por um futuro melhor”, explica o grupo, acrescentando que se trata de um espetáculo que “transporta o público ao coração da geografia sentimental do autor, às terras onde nasceu e às quais regressou ao longo da sua vida”

Os dois espetáculos criados e encenados por Florbela de Sá Cunha foram produzidos a partir das obras de Aquilino Ribeiro “Andam Faunos pelos Bosques”, “O Malhadinhas” e “Terras do Demo”.

Fonte: CMMB

«Desporto» - CDR Moimenta da Beira arranca pré-época com um estágio

O Moimenta da Beira já arrancou os trabalhos de preparação de olhos postos na nova temporada. A equipa que milita na Divisão de Honra da Associação de Futebol de Viseu, realizou um estágio onde juntou todos os atletas da equipa principal.

Bruno Santos, treinador do Moimenta, explica que “já no ano passado se tinha realizado este género de atividade”. O estágio, que juntou o plantel durante “mais de 24 horas “, incluiu “treino, jogo de preparação e várias atividades como canoagem”.

“O objetivo é fortalecer o espírito de equipa, receber as pessoas que são novas no plantel e integrá-las de uma maneira mais fácil. Pensamos que através deste estágio conseguimos sair muito mais fortes como grupo e como equipa”, admite.

Bruno Santos acredita que esta “é a melhor maneira de enquadrar as pessoas que chegam” e reconhece que, tendo em conta “a quantidade de horas que passam juntos”, acabam por sair “sempre mais fortes”.

Para o treinador este estágio também tem um papel fundamental, uma vez que ajuda a saber como lidar com o plantel durante toda a temporada.

“É muito importante conhecer o atleta fora do campo e o que é que ele nos pode dar dentro do campo. O convivermos com as pessoas fora das quatro linhas permite-nos conhecer os homens e os jogadores que temos, e perceber depois como lidar com eles e as ligações que vamos ter entre nós”, explica.

Bruno Santos reforça que são momentos como este, em que a equipa se fica a conhecer melhor e cria laços fora das quatro linhas, que “podem fazer diferença em alguns momentos menos bons”.

O Moimenta da Beira arranca a nova temporada com uma receção ao Cinfães, em jogo a contar para a primeira eliminatória da Taça de Portugal, agendada para o dia 11 de setembro.

O campeonato da Divisão de Honra da Associação de Futebol de Viseu arranca uma semana depois, com o Moimenta da Beira a receber o Nespereira.

Fonte: Jornal do Centro

quarta-feira, 18 de agosto de 2021

«Verão 2021» - Quem disse que ir à praia é só no litoral? Conheça as zonas balneares da Barragem de Vilar e de Segões

São dois dos pólos de veraneio mais procurados na região. Destinos de eleição para quem quer fugir das multidões que inundam o litoral e optar por locais mais tranquilos e seguros, na envolvência de sublimes paisagens naturais, usufruindo de banhos em águas frescas, transparentes e até recomendadas oficialmente por instituições de defesa e promoção do Ambiente.

As águas da zona balnear da Albufeira de Vilar, formadas pelo rio Távora, foram distinguidas com o galardão “Qualidade de Ouro 2021”, atribuído pela Quercus. Antes, em 2017, já tinham sido consideradas de “poluição zero”, pela associação ambientalista ZERO, e em 2020 como ‘praia’ com água “excelente para banhos”, pela Associação Portuguesa do Ambiente. O espaço é uma zona de veraneio de excelência e está dotado de boas infraestruturas necessárias para passar um dia em grande. São muitas as atividades que aqui pode realizar, sendo que nas imediações pode encontrar um parque de campismo e caravanismo com piscina e outro espaço de desportos radicais, soluções muito interessantes para quem quiser aproveitar e ficar aqui mais alguns dias.

As águas do rio Paiva, na Zona Balnear de Segões, são das mais limpas da Europa. São puras e muito procuradas para o tratamento de doenças de pele devido à presença de sais minerais, o que as torna mais escuras do que o habitual. O espaço está dotado de uma diversificada e extraordinária biodiversidade aquática e terrestre, sendo que na zona envolvente poderá encontrar um parque de merendas, um bar de apoio e instalações sanitárias. Tudo na sombra de frondosas árvores ali plantadas de forma equilibrada.

Fonte: CMMB