domingo, 26 de fevereiro de 2017

sábado, 25 de fevereiro de 2017

«Carnaval 2017» - Quase 500 crianças em desfile de carnaval pela avenida 25 de abril

Um colorido imenso de cores mil. Um desfile carnavalesco de perder de vista. Eram quase 500 crianças do ensino pré-escolar e do 1º ciclo da Escola Básica, da Associação Moimentense de Apoio à Infância (AMAI) e da Santa Casa da Misericórdia de Moimenta da Beira. Aconteceu na manhã desta sexta-feira, 24 de Fevereiro, na avenida 25 de abril, a mais central e movimentada da vila e sede de concelho.

Mais fotos em:

«Divulgação» - Festas e Romarias pelas 46 povoações do concelho de Moimenta da Beira

Oito realizam-se nos dois primeiros meses do ano, Janeiro e Fevereiro. As restantes 71, de Março a Dezembro. Serão 79 as festas e romarias que têm lugar todos os anos nas 46 povoações do concelho de Moimenta da Beira. Grande parte delas realiza-se durante o verão, em especial em Agosto, o mês mais festivo, com 29 eventos, depois Junho, com 12, e Setembro, com 8. O santo mais celebrado é Nossa Senhora de Fátima, depois Santa Bárbara. S. Miguel e o Mártir S. Sebastião.
A lista completa está disponível no site oficial da Câmara Municipal, no menu da área ‘Visitar’ (sub-menu ‘Festas e Romarias’: http://www.cm-moimenta.pt/pages/1169) ou no da área ‘Município’ (sub-menu ‘Freguesias’: http://www.cm-moimenta.pt/pages/645).

«Divulgação» - Fotos inéditas da construção da Barragem de Vilar, entre 1958 e 1965

São três fotos raras da construção da Barragem de Vilar, erguida entre 1958 (início) e 1965 (inauguração) num troço do rio Távora perto da aldeia de Vilar, Moimenta da Beira, e da freguesia de Fonte Arcada, Sernancelhe. As três imagens, a preto e branco, pertencem ao espólio da APA/IST, e foram tornadas públicas pela “H2O 1001 – Mil e uma Águas”.
O promotor da obra foi a Companhia Portuguesa de Produção de Eletricidade, SA; a projetista, a Hidro Elétrica do Douro; e a construtora, a “Luso - Dana, Ldª”. O ano de projeto, 1958; e o da conclusão e inauguração, pelo então Presidente da República almirante Américo Tomaz, 1965.
A Barragem de Vilar serve para criar uma albufeira, que para além de regularizar os caudais deste rio serve para abastecer de água a central hidroelétrica de Tabuaço (destinada à produção de energia elétrica), que fica a cerca de 5 km da vila com o mesmo nome, Tabuaço. Serve ainda para fins turísticos, existindo perto da povoação de Vilar, uma praia fluvial classificada.
Possui uma altura de 58 m acima da fundação (55 m acima do terreno natural) e um comprimento de coroamento de 240 m. A capacidade instalada de produção de energia elétrica é de 58 MW.
A albufeira de Vilar é também utilizada atualmente para a captação de água destinada ao abastecimento público de diversos municípios da região.



«Notícia» - Finlandês, tetracampeão de ralis, elogia “condições únicas” da Serra de Leomil

O tetracampeão finlandês de ralis, Jari Ketomaa, e o tricampeão campeão nacional, Ricardo Moura, consideram os troços em terra batida, da Serra de Leomil, em Moimenta da Beira, de excelência e com “condições únicas” para treinos de equipas do mundial e mesmo para a realização de ralis.

O campeão finlandês, que esteve esta quarta-feira, 22 de fevereiro, a treinar num dos pisos de terra da serra, mostrou-se empolgado e arrebatado. Tal como Ricardo Moura, o campeão português que deu espetáculo no mesmo traçado, quinze dias antes. Um e outro ao volante de um Ford Fiesta R5.

Ainda este mês de fevereiro o piloto Joaquim Alves e o navegador Luis Ramalho, também ao volante de um Ford Fiesta R5, escolheram a serra para trabalhos de preparação do Rali de Fafe, tendo ao longo de um dia desenvolvido o seu bólide. O mesmo fez Aloísio Monteiro, piloto que disputa o Troféu Ibérico 2017 ao volante de um Renault Clio R3.

A serra é ainda elogiada por outros pilotos e navegadores da equipa ARC que, pela voz do seu responsável, Augusto Ramiro, atestam a qualidade dos traçados, designadamente pela diversidade de pisos e a sua mais-valia para o desenvolvimento deste tipo de ações, e no futuro para a realização de treinos de equipas do mundial e a realização de ralis.

Há algum tempo que a Serra de Leomil tem vindo a ser escolhida pelos grandes campeões de ralis e a equipa ARC Sport ali tem treinado para melhor preparar todos os seus intervenientes para as duras provas em que está empenhada.

Visualizar vídeos de treinos feitos na Serra de Leomil:


terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

«Notícia» - 7 detidos por tráfico de estupefacientes


O Comando Territorial de Viseu, através do Núcleo de Investigação Criminal de Moimenta da Beira, detiveram nos dias 18 e 19 de Fevereiro, sete homens com idades compreendidas entre os 19 e 45 anos, por tráfico de estupefacientes, em Moimenta da Beira e Sernancelhe.

Os indivíduos foram detidos no âmbito de uma operação de fiscalização num estabelecimento noturno, tendo sido apreendido:
•         242 doses de haxixe;
•         75 doses de anfetaminas (MDMA);
•         59 doses de cocaína;
•         15 doses de cannabis;
•         Dois selos LSD;
•         500 euros.

Foram também identificados 19 homens e mulheres por consumo de estupefacientes.

Os detidos vão ser presentes no Tribunal Judicial de Moimenta da Beira no decorrer do dia de hoje (21-02-2017).

Fonte: Noticias de Resende

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

«Divulgação» - Luís Ribeiro, moimentense, jornalista da revista “Visão”, publica novo livro

É o segundo livro de Luís Ribeiro. Um e outro são sobre Lisboa, mas o autor é moimentense, tem raízes em Paradinha, Moimenta da Beira. Em novembro de 2012 publicou “Histórias do Tejo”, 304 páginas. E há menos de um mês “Era uma Vez Lisboa”, 280 páginas, ambos de “A Esfera do Livros”. Os livros deverão ser apresentados em Moimenta da Beira em data a anunciar.

No “Histórias do Tejo” fala do rio que viu chegar os fenícios, e os romanos, e foi fundamental para a conquista de Lisboa por D. Afonso Henriques; do rio que viu sair caravelas e naus; do rio que assistiu à queda da monarquia e à Revolução dos Cravos.

Em “Era uma Vez Lisboa”, Luís Ribeiro revela uma cidade única e singular que tantas vezes calcorreamos, mas da qual, por vezes, tão pouco sabemos.

Luís Ribeiro é jornalista da revista “Visão” desde 1999. Teve o seu batismo de fogo quatro meses depois, ao ser enviado para São Jorge, nos Açores, para cobrir o acidente do voo ATP SP530M, que matou 35 pessoas. Daí para cá, já fez reportagens na Gronelândia e em Svalbard, território norueguês, onde assistiu, em direto, às consequências do aquecimento global no Ártico; viajou para o Paquistão, de onde escreveu a história do atentado que matou Benazir Bhutto; passou pelo deserto do Saara e pelas bases militares da NATO em Sarajevo e no Kosovo; cobriu as trágicas enxurradas de 2007, em Moçambique, e de 2010 na Madeira. Entretanto, em 2004, venceu o Prémio Nacional de Imprensa “Jornalismo pela Tolerância”, atribuído pelo Alto Comissariado para a Imigração e Minorias Étnicas, com a reportagem “De Portugal, com amor”, feito na Ucrânia durante a Revolução Laranja.

Para conhecer melhor Luís Ribeiro (foto de José Carlos Carvalho), ver entrevista concedida à RTP Memória, a propósito do seu primeiro livro “Histórias do Tejo”: http://www.rtp.pt/play/p692/e100347/ha-conversa
Fonte: CMMB

domingo, 19 de fevereiro de 2017

«Divulgação» - Inscrições abertas para cursos de teatro na Galeria Luís Veiga Leitão, em Moimenta da Beira

São formações que vão durar nove meses nas áreas da interpretação e em técnicas de luz e som, previstas para terem início já durante o próximo mês de Março, na Galeria Luís Veiga Leitão, que ocupa o piso superior do edifício do Auditório Municipal Padre Bento da Guia, em Moimenta da Beira. As inscrições estão abertas e os horários serão feitos e acertados à medida dos formandos. Há cursos para crianças dos 6 aos 13 anos, e para jovens e adultos a partir dos 14 anos de idade. Mais informações pelos contactos telefónicos 938 525 725 ou 934 011 221.

A iniciativa é da “Karisminovador ”, uma associação sediada em Ariz, e a formação estará a cargo de Luís Alexandre, encenador e ator profissional há mais de década e meia, que já fez parte de elencos da Companhia Nacional de Teatro; já participou em cinema, designadamente no elenco do filme de João Mário Grilo “A Falha”; e entrou também em várias produções televisivas nacionais como “Morangos Com Açúcar“; “Baía das Mulheres”; "O Último Beijo"; “Estação da minha vida”; “Ganância”; “Anjo selvagem”; e “Super Pai”.
Fonte: CMMB

«Desporto» - Resultados

Resultados:


Classificação:



Próxima Jornada:

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

«Divulgação» - Baixo-relevo do tribunal de Moimenta é da autoria de uma das maiores escultoras portuguesas

O baixo-relevo que está incrustado na parede do tribunal judicial de Moimenta da Beira é da autoria de Irene Vilar, uma das maiores escultoras portuguesas que encheu o país com obras belíssimas que são ao mesmo tempo grandes referências da cultura portuguesa. É uma curiosidade artística que se desvenda finalmente, depois de quase meio século da obra feita, entregue e afixada.
A escultura, em baixo-relevo, que simboliza a “árvore da ciência do bem e do mal”, importante elemento da crença judaico-cristã, terá sido cravada na parede do tribunal no início da década de 1970, aquando da construção daquela ala contígua ao edifício dos Paços do Concelho. Ao que sabe, não houve cerimónia oficial de apresentação da obra da artista, o que a conservou no anonimato. Até agora!
Irene Vilar, que nasceu em Matosinhos (1930) e faleceu no Porto (2008), é autora de uma vasta obra de escultura, medalhística, numismática e de ourivesaria. Licenciou-se pela Faculdade de Belas-Artes da Universidade do Porto, com 20 valores, na tese de Escultura, tendo sido discípula de Barata Feyo e Dórdio Gomes.
O Jornal de Notícias, numa breve biografia, conta que depois de formada foi bolseira do Instituto de Alta Cultura e da Fundação Calouste Gulbenkian, no estrangeiro.
Participou, com escultura e medalhística, nas grandes exposições realizadas em Portugal, entre as quais "Cristo fonte de esperança" (Porto), "Morte e Transfiguração" (Sociedade Nacional de Belas Artes - SNBA, Lisboa), "Natividade 2000" (Mosteiro dos Jerónimos) e "100 anos - 100 artistas" (SNBA, Lisboa).
A sua obra escultórica encontra-se dispersa por Portugal, Alemanha, África do Sul, Brasil, Bélgica, Holanda e Macau, tendo sido apresentada em duas exposições recentes: "Modelar o mistério", Lisboa, Universidade Católica Portuguesa (2003) e "Do gesto ao gesso", Matosinhos (2004).
Irene Vilar representou Portugal em diversos certames internacionais, nomeadamente nas Bienais de São Paulo, Paris, Colónia, Roma, Florença, Estocolmo, Londres, Helsínquia, Budapeste, Neuchâtel, Weimar e Roterdão.
Realizou, de entre muitos outros, os monumentos a Camões, Garcia de Orta e Guilhermina Suggia, no Porto; ao Bombeiro, em Paredes; ao Artilheiro no Regimento de Artilharia 5, em Vila Nova de Gaia; a São Rosendo, em Santo Tirso; ao Pescador, a Florbela Espanca e a Abel Salazar, em Matosinhos; a São Miguel Arcanjo no Comando-Geral da PSP, em Lisboa; a D. António Ferreira Gomes, ao Padre Américo, assim como o conjunto de nove esculturas na Rotunda do Cameirinho, em Penafiel.
Concebeu vários monumentos a Fernando Pessoa, nomeadamente em Durban (África do Sul), São Paulo (Brasil) e em Ixelles, Bruxelas, na Bélgica. A convite do Governo de Macau executou, em 1996, o Monumento Abraço para o Jardim Luís de Camões.
De carácter monumental são igualmente as esculturas para o Sheraton Porto Hotel, a fonte Universo para o SMAS, no Porto; Mundo para os jardins do CAM, da Fundação Calouste Gulbenkian. São também da sua autoria o Monumento aos 500 Anos do Teatro, em Guimarães (2003) e a estátua da Imaculada Conceição para os jardins da Universidade Católica, em Lisboa (2004).
Executou vários baixos-relevos para os tribunais de Valença, Moimenta da Beira, Paços de Ferreira, Porto e Santo Tirso. Da vasta e inovadora produção no universo da expressão cristã, deu corpo a obras como: Cristo Ressuscitado, na Igreja dos Padres Carmelitas, na Foz do Douro (Porto) e São Miguel, na Igreja da Maia, entre muitos outros.
Está representada em coleções particulares e oficiais, nomeadamente da Secretaria de Estado da Cultura, Museu Amadeo Souza-Cardoso, Biblioteca-Museu de Vila Franca de Xira, Museu Nacional de Soares dos Reis, no Porto, Museu do Chiado, em Lisboa, Património Artístico de Matosinhos, entre outras.
Para a Imprensa Nacional-Casa da Moeda executou várias moedas, destacando-se as da Batalha de Ourique, D. Afonso Henriques, de Amadeo Souza-Cardozo, Antero de Quental, Camilo Castelo Branco, Pauliteiros, Banco de Portugal e Porto 2001, Capital Europeia da Cultura.
Em 1991, foi publicada uma obra com parte da sua criação escultórica, intitulada "Irene Vilar: quem me dirá quem sou?", com texto de Maria da Glória Padrão.
Irene Vilar recebeu várias distinções, nomeadamente as de Comendador da Ordem do Infante D. Henrique; Medalha de Mérito, grau Ouro, da Câmara Municipal do Porto; Cidadã do Ano 1989/90, do Lyon's Club de Matosinhos; e Medalha de Mérito Dourada da Câmara Municipal de Matosinhos.