Segunda-feira, 6 de Julho de 2009
PJ remete ao Ministério Público processo por assaltos à mão armada
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Sábado, 4 de Julho de 2009
«Info» - Preço do Combustível em Moimenta da Beira
Também podem consultar os precos no seguinte site: http://www.precoscombustiveis.dgge.pt/ e pesquisar os postos mais económicos por distrito e por concelho.
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Sexta-feira, 3 de Julho de 2009
Classificados "MoimentaNaNet" - Julho 09
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Quarta-feira, 1 de Julho de 2009
Recolha de Sangue em Moimenta da Beira
A recolha de Sangue realizada no passado dia 28 de Junho no Salão Nobre dos B.V. Moimenta da Beira foi um Sucesso.
Obrigado ao colaborador Nuno Requeijo pelo envio das informações e pelas fotos!
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Terça-feira, 30 de Junho de 2009
«Crónica-Arqueologia» - A Barragem do Vilar e as pontes submersas
Esta barragem origina uma albufeira que para além de organizar os caudais do rio Távora, também é utilizada para abastecer de água diversos municípios da região e, ao mesmo tempo, a Central Hidroeléctrica de Tabuaço (destinada à produção de energia hidroeléctrica).
Contudo, o alargamento da albufeira submergiu três imponentes pontes de granito que facilitavam a travessia deste rio: Ponte da Vila da Ponte, Pontigo de Freixinho e Ponte de Fonte Arcada (SANTOS: 2005 – Pontes de Portugal – Rumo ao Douro).
A Ponte de Fonte Arcada (também conhecida por Ponte do Vilar) seria românica e constituía especial referência por ser uma das maiores da região. Segundo o Abade Vasco Moreira (Terras da Beira, Cernancelhe e seu Alfoz, 1929), esta construção atingia 10,80 m de altura, 120,60 m de comprimento e 4,90 m de largura. Além disso estava classificada como Imóvel de Interesse Público pelo Decreto n.º 37 728 de 05 de Janeiro de 1950.
A ponte permitia a ligação directa entre as povoações do Vilar (concelho de Moimenta da Beira) e Fonte Arcada (concelho de Sernancelhe) sobre quatro arcos de volta inteira onde podiam observar-se inúmeras siglas.
O tabuleiro era de lançamento plano resguardado e os talha-mares (entre os arcos) eram angulares e encorpados. Os talha-mares, também conhecidos por contrafortes, servem para atenuar o choque das águas e facilitar o escoamento do curso de água.
Do ponto de vista histórico, o Abade V. Moreira regista que Tem este Rio tradições cavalheirescas e lendárias, muito favoráveis às armas cristãs. D. Afonso Henriques bateu os mouros, em 1140, junto de Fonte Arcada, quando tentavam embargar-lhe a passagem e às suas tropas, após a jornada de Trancoso.
Pinho Leal informa-nos também que, no contexto das Invasões Napoleónicas, os Franceses estiveram na Vila da Ponte durante cerca de três meses, impedidos de passar pelas forças aliadas, acabando por atravessar o Távora na Ponte de Fonte Arcada.
Como se pode verificar, estas pontes, devidamente protegidas, continuariam a ser uma referência importante para o desenvolvimento turístico-cultural desta região, tal como acontece com as pontes de São João de Tarouca, de Mondim da Beira, de Ucanha e de Vila Pouca de Salzedas no concelho de Tarouca.
Autor: José Carlos Santos
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Segunda-feira, 29 de Junho de 2009
«Info» - Moinhos da Tia Antoninha com Chave Verde
As 23 unidades no continente e ilhas foram distinguidas pelo seu «desempenho e melhoria contínua de Boas Práticas de Gestão e Educação Ambientais em unidades Hoteleiras (Hotéis, Turismo em Espaço Rural e Pousadas)», lê-se em comunicado da Associação Bandeira Azul da Europa, que em Portugal representa a FEE – Foundation for Environmental Education, fundação presente em 58 países para a promoção da educação ambiental e desenvolvimento sustentável.
Na edição da Chave Verde deste ano foram distinguidas as seguintes unidades, por regiões: No Norte a Casa Melo Alvim (Viana do Castelo), Moinhos da Tia Antoninha (Moimenta da Beira), Casa das Pipas (Celeirós do Douro), e Quinta da Bouça D’Arques, na Vila de Punhe.
Na região de Lisboa o único distinguido foi o Hotel Eurosol Alcanena.
Cinco Chaves para o Alentejo: Quinta da Dourada (Portalegre), Albergaria o Poejo, Boutique Hotel (Marvão) Albergaria El Rei D. Manuel (Marvão), Hotel Vila Park (Sines), e Quinta da Bela Vista (Póvoa e Meadas).
No centro, onde concentra as suas unidades, a cadeia Eurosol dominou, com os hotéis Eurosol Estarreja, Seia Camelo, Gouveia, Residence (Leiria), e Eurosol Leiria. No Centro foi atribuída Chave Verde também à Quinta do Lagar da Moira (Vila Franca da Serra) e Hotel Rural Quinta de Bispos, em Tondela.
Cinco distinções também nos Açores: Quinta do Martelo (Angra do Heroísmo), Casa da Torre (Lajes do Pico), Casas d’Arramada (Horta), Quinta das Buganvílias (Horta), A Abegoaria (São Roque do Pico), e Hotel Confort INN – Ponta Delgada. (Fonte: Turisver)
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Domingo, 28 de Junho de 2009
Quinta-feira, 25 de Junho de 2009
Jornal Beirão «1ª Página» - 16ª Edição
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Terça-feira, 23 de Junho de 2009
Sob este mote, e com o objectivo de sensibilização para o património moimentense lançamos o Passatempo História Local de Moimenta da Beira. Pretendemos premiar as interpretações mais correctas ou pertinentes acerca da figura que consta no lintel desta Casa Quinhentista Moimentense.
Deixem-nos as vossas opiniões, fundamentadas ou não, até dia 15 de Julho. Os vencedores receberão o livro “Memórias Paroquiais e Descrições Setecentistas do concelho de Moimenta da Beira”.
O que interessa é participar!!! Deixem os vossos comentários e mostrem o quanto se importam com o nosso património!!!
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Férias Desportivas 2009
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Recolha de Sangue em Moimenta da Beira
BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS DE MOIMENTA DA BEIRA
HOSPITAL DE S. TEOTÓNIO, VISEU
DIA 28 DE JUNHO (DOMINGO)

A mencionada recolha decorrerá no período da manhã do referido domingo, entre as 9h e as 13 horas, no edifício sede da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Moimenta da Beira.
É que a vida de muitas pessoas, que a cada momento dão entrada nos hospitais portugueses, depende de uma transfusão de sangue, o qual não se fabrica artificialmente e só o ser humano o pode doar.
Nesse sentido, a Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Moimenta da Beira apela desde já, a todas as pessoas saudáveis, com mais de 18 e menos de 65 anos, e peso igual ou superior a 50Kg, que vão dar sangue!
E não se esqueça que um simples gesto de solidariedade, vindo de cada um de nós, poderá ajudar os hospitais a salvar vidas!


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Segunda-feira, 22 de Junho de 2009
Pais de Viseu lamentam fim do ano lectivo sem Magalhães
A Federação Regional das Associações de Pais (FRAP) de Viseu lamentou que o ano lectivo chegue ao fim sem todas as crianças terem recebido o Magalhães, o que deixou "mal-estar" nas escolas e "tristeza" nas crianças, noticia a Agência Lusa.Fonte: ViseuMais.com
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«Pedaladas C.C.» - 13ª Rota das Terras do Demo
Cerca de 150 cicloturistas coloriram as "estradas do Demo", na 13ª edição da Rota das Terras do Demo, oriundos de vários pontos do país e da vizinha Espanha.Mesmo sob um forte sol de Verão, que fez subir a temperatura a uns "simpáticos" 37ºC, todos os participantes sairam de Moimenta da Beira satisfeitos, depois de um dia de boas paisagens, bom convivio, bom almoço e de prémios e brindes entregues.
Resta apenas esperar que a 14ª edição chegue e que corra tão bem quanto a 13ª!
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"Videos" - Papel abolido da Câmara de Moimenta da Beira
As folhas de papel foram completamente abolidas nas reuniões de Câmara de Moimenta da Beira. A autarquia quer agilizar o processo burocrático, facilitando a vida aos vereadores e aos munícipes.
2009-06-21
Fonte: RTP
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Sábado, 20 de Junho de 2009
Astronomia: "Noite das Estrelas" alerta para poluição luminosa nas cidades
A iluminação pública inadequada não alumia onde deve e causa poluição luminosa, um fenómeno pouco divulgado que estará em foco, a 18 de Julho, na "Noite das Estrelas", uma iniciativa para quem não tem medo do escuro.
No âmbito da actividade, que se insere no Ano Internacional da Astronomia e que coincide com a abertura do programa Astronomia no Verão da Agência Nacional Ciência Viva, é proposto aos municípios que desliguem parcialmente a iluminação pública por um período de uma hora.
"Ouvimos falar de diversos factores poluentes praticamente todos os dias, mas não são comuns as referências à poluição luminosa", assinalou Pedro Ré, presidente da Associação Portuguesa de Astrónomos Amadores e coordenador da actividade.
De acordo com o responsável, este tipo de poluição - que passa muitas vezes despercebida a quem vive nos centros urbanos - "está relacionada com a má iluminação pública", ou seja, com a opção por candeeiros "que iluminam tudo excepto aquilo que interessa".
Há candeeiros e projectores que, por concepção inadequada ou instalação incorrecta, emitem luz de forma mal direccionada, isto é, para além do seu alvo ou zona de influência e sem qualquer efeito útil.
"A iluminação pública é absolutamente essencial, mas é necessário que os candeeiros sejam eficazes, isto é, que não gastem muita energia e que alumiem de forma adequada", sublinhou Pedro Ré, dando como exemplo crítico "os globos, que iluminam para cima e para os lados, mas não para baixo".
Para o também biólogo e professor da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, a luz deve incidir nas vias públicas e nos locais onde transitam pessoas mas muitos dos candeeiros públicos "dificultam grandemente a visibilidade para quem circula na rua à noite, a pé ou guiando um carro".
Pedro Ré apontou ainda como sinal de poluição luminosa "o halo de luz à volta das grandes cidades", que resulta da difusão da luz pela poeira atmosférica.
A "Noite das Estrelas" - também englobada no projecto internacional "Dark Skies Awareness" ("Sensibilização para os Céus Escuros", numa tradução possível) - visa igualmente alertar para a necessidade de "poupar energia" e "preservar o céu nocturno".
"Existem várias tecnologias ao nosso alcance, nomeadamente candeeiros com 'leds' que consomem cinco vezes menos do que um candeeiro vulgar", exemplificou o coordenador, segundo o qual 12 cidades do continente e das ilhas já confirmaram a sua adesão, caso de Bragança, Porto, Moimenta da Beira, Mira, Coimbra ou Lisboa.
"A ideia não é apagar a iluminação pública numa cidade inteira mas apenas em determinados pontos. Em Lisboa, estamos a pensar na zona da Torre de Belém ou em frente ao Mosteiro dos Jerónimos, por serem locais onde passa muita gente e de fácil identificação", revelou.
No que respeita à beleza do céu nocturno, Pedro Ré lembrou que muitas pessoas "nunca observaram a Via Láctea" e relacionou a "Noite das Estrelas" com outra actividade, já em curso, intitulada "E agora eu sou Galileu", que pretende repetir as observações do astrónomo italiano.
Entre os desafios da observação do céu está a contagens de estrelas, que é também uma forma de avaliar o grau de poluição luminosa de cada ponto do país.
O Ano Internacional da Astronomia, que decorre em 136 países sob o lema "Descobre o teu Universo", é dedicado a Galileu Galilei e aos 400 anos da sua utilização pioneira do telescópio para observações astronómicas.
Em Portugal, a coordenação da efeméride está a cargo da Sociedade Portuguesa de Astronomia, com o apoio da Fundação para a Ciência e Tecnologia, da Agência Nacional Ciência Viva, do Museu da Ciência da Universidade de Coimbra e da Fundação Calouste Gulbenkian.
Fonte: Expresso
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Sexta-feira, 19 de Junho de 2009
Quinta-feira, 18 de Junho de 2009
«Crónica-História» - "A História da Nossa Terra"
Tenho estado presente, como vem sendo hábito, nalgumas acções promovidas no âmbito das festas concelhias em honra do padroeiro moimentense, S. João. Ser consumidor activo deste produto cultural local é ainda mais interessante estabelecendo laços com o passado. A historicidade destas festividades perde-se na bruma dos séculos, remontando aos tempos medievos. São escassos os documentos que versam sobre elas. Essa minoria, relativa à época moderna, que felizmente subsistiu até aos nossos dias, permite uma reconstituição, ainda que ténue, desses festejos.
A máscara mais célebre do concelho é aquela que consta do lintel do portal da “Casa da Moimenta”. Trata-se indubitavelmente de uma máscara mortuária, que a tradição oral diz pertencer à figura de um carrasco de apelido Rodrigues. Sobre esta interpretação popular, com a qual não concordo, não me alongarei aqui. Parece-me improvável que a referida escultura tenha a ver com qualquer festividade local. Apenas gostaria de sublinhar que Moimenta da Beira construiu ao longo do tempo uma forte ligação a este objecto: a máscara. Não há dúvida que este disfarce era o objecto por excelência de algumas festividades populares moimentenses não ligadas exclusivamente ao Carnaval, designadamente a de S. João.
Umas como outras eram celebrações que davam azo a significativos excessos por parte da população leiga e religiosa, motivando a actuação da justiça. Sabe-se que as festas do S. João em Moimenta da Beira tinham uma dimensão profundamente ritualizada que resvalava em intemperanças. Os escândalos que, refugiadas nas usuais máscaras das festividades do S. João, as freiras do convento beneditino obravam, são neste contexto conhecidos.
Na investida bárbara que fazia ecoar pela vila o alarido dos chocalhos e o tropel surdo dos passos, os “Caretos” levavam tudo pela frente, indistintamente. Por detrás das máscaras os olhos procuravam as moças mais apetecidas, leigas ou religiosas, para o “sacrifício”. Poucos eram os do vulgo que nesta altura conheciam entraves ou proibições.
Do Paço Episcopal de Lamego vinham naturalmente normativas tendentes a atalhar no tempo devido as folias desregradas. Segundo um documento que consultei no Arquivo Distrital, em 18 de Junho de 1689 o padre Pascoal Ferreira, confessor das religiosas, afixou nas portas da igreja do convento, uma normativa do bispo D. José de Meneses, que entre outras coisas rezava o seguinte: “Pela grande veneração e igual respeito com que se deve assistir em os lugares sagrados e conventos das religiosas, a que facilmente se falta nas ocasiões de maiores concursos, festas e mascaradas, as quais com maior liberdade os perturbam e inquietam com excessos e chocarrices indecentes e por outras muitas razões que são manifestas e que nos obrigam a atalhar tão graves inconvenientes; pelo presente mandamos sob pena de excomunhão maior ipso facto incorrenda e de duzentos cruzados pagos do Aljube (aonde serão a nosso arbítrio) que nenhuma pessoa de qualquer estado, condição ou preeminência que seja, desta diocese ou fora dela, ainda que isenta ou privilegiada, entre com máscara ou com rastro de qualquer sorte coberto na Igreja, Locutórios ou pátio da Portaria do Convento das Religiosas de Moimenta, assim nas festas que agora pretendem a S. João, como em quaisquer outras que se fizerem na dita vila […]”.
Das festividades que eram comemoradas a preceito em Moimenta da Beira, são de realçar a de S. Francisco Xavier, em 3 de Dezembro; S. Bento, em 21 de Março; S. Bernardo, em 20 de Agosto; e o Santo Nome de Jesus, na oitava do Natal, além das soleníssimas procissões da Semana Santa que também saíam do convento. É evidente que nem todas as monjas eram cumpridoras, fruto de um monaquismo forçado, diametralmente oposto à vocação interior, manifestando-se algumas delas atreitas aos foliões nestes períodos festivos de maior liberdade, quebrando irreflectidamente os votos da sua regra. Referindo-se ao período compreendido entre 1698 e 1706, um documento deste convento refere que o novo bispo D. António de Vasconcelos e Sousa reformou: “[…] as freiras de um convento da sua obediência distante quatro léguas de Lamego que viviam em desordem […] até com vestidos indecentes […]”.
Convém referir que era uma certa vertente profana das festividades que originava estes excessos. A dimensão religiosa das mesmas decorria com rectidão, zelo e fervor.
Autor: Jaime Ricardo Gouveia
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"Alertas" - Temperaturas altas e risco de Incêndio
O concelho de Monchique, no distrito de Faro, está hoje em risco máximo de incêndio, que é também muito elevado em oito concelhos do Algarve, de acordo com o Instituto de Meteorologia (IM).
No Algarve, o risco de incêndio é muito elevado nos concelhos de Aljezur, Portimão, Silves, Loulé, São Brás de Alportel, Tavira, Alcoutim e Castro Marim.
O risco de incêndio é ainda muito elevado nos concelhos de Odemira, no distrito de Beja, Castelo de Vide, em Portalegre, e Moimenta da Beira, em Viseu.
O risco de incêndio determinado pelo IM engloba cinco níveis, que variam entre o "reduzido" e o "máximo".
A Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC) registou quarta-feira 36 incêndios florestais.
O cálculo do índice de risco de incêndio é feito com base nos valores observados às 13:00, da temperatura do ar, da humidade relativa, da velocidade do vento e da quantidade de precipitação ocorrida nas últimas 24 horas.
Para hoje, o IM antevê, em Portugal continental, céu pouco nublado, temporariamente muito nublado durante a tarde em especial nas regiões do interior, onde há possibilidade de ocorrência de aguaceiros e trovoadas, e vento fraco.

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"Turismo" - Necrópole Megalítica da Nave
Fonte: www.guiadacidade.pt
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Quarta-feira, 17 de Junho de 2009
«Divulgação» - I Passeio de Clássicos MBR
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Domingo, 14 de Junho de 2009
«Crónica-Arqueologia» - Todos os caminhos vão dar a Roma…
Estas estradas foram construídas por diversas entidades (pelo poder central e pelas próprias populações no seu interesse), com objectivos militares (facilitavam a deslocação dos exércitos/legiões), sócio-económicos (permitiam a circulação de simples civis, de produtos e dinamizavam o comércio), políticos e administrativos (favoreciam a aproximação entre as várias regiões e províncias do Império) e culturais (permitiam a divulgação de diferentes ideias, novos costumes e uma nova língua – o latim) que contribuíram fortemente para a difusão do estilo de vida romano.
Do ponto de vista construtivo, este sistema viário revela-nos vastos conhecimentos na área da engenharia.
Em primeiro lugar, determinavam o alinhamento da estrada e depois começavam a escavar uma vala com cerca de um metro de profundidade, que era preenchida por várias camadas de pedra (de diferentes tamanhos), com areia (ou terra batida), cascalho e argila (ou terra argilosa).
A camada superior constituía o pavimento através de pedras chatas e resistentes cuidadosamente ajustadas umas às outras, ficando ligeiramente elevado para realçar a estrada e, ao mesmo tempo, escoar a água das chuvas. No entanto, também terão existido vias que nem sequer foram calcetadas, provavelmente, por estabelecerem ligações entre centros menores.
Cronologicamente, a construção da primeira via romana, a Via Ápia, iniciou-se em 312 a. C. para ligar Roma a Cápua, no Sul de Itália. A partir daí construíram-se estradas por todo o Império Romano, da Escócia (Norte da Europa) ao Iraque (Médio Oriente) e à Argélia (Norte de África), daí a conhecida expressão «todos os caminhos vão dar a Roma». No seu apogeu, a rede viária romana atingiu cerca de 150 000 km.
A província da Lusitânia (onde se integrava o actual território português) não foi excepção. Viseu, particularmente, foi e continuou a sê-lo ao longo dos tempos, um importante centro viário que se estenderia por toda a região envolvente.
A comprovar este facto (no nosso concelho) temos os troços de Aldeia de Nacomba/Carapito (ver imagem), Nagosa/Longa ou a Estrada Larga de Moimenta da Beira em direcção a Beira Valente e Sarzedo.
Apesar do Império Romano do Ocidente cair no século V d. C., as vias romanas continuam a demonstrar que foram construídas para durar, pois muitas delas ainda permanecem nos nossos dias e outras são o traçado de algumas das principais estradas europeias actuais.
Autor: José Carlos Santos
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